• Quadriculado  "O Fim da Guerra e o início do Pesadelo. Duas narrativas sobre o inferno"
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    O Fim da Guerra e o início do Pesadelo. Duas narrativas sobre o inferno

    by  on  in Atualizações, Filmes
     

    A marcha do Exército Vermelho. A chegada das tropas soviéticas em Berlim. Nada pode trazer consequências tão adversas a uma população quanto esse evento. Por um lado, vemos o fim de fato do III Reich. Por outro, aquilo que foi vivido na pele pelas mulheres alemãs (mas não apenas elas) foi um inferno. Mais uma mórbida e lastimável cena dos frutos da Segunda Guerra Mundial.

    Há muito tempo é conhecido que, em situações de guerra, a animalidade daqueles que já são tomados por “almas de porcos” flui de uma maneira capaz de fazer com que se esqueçam de sua humanidade. Na guerra, aquele homem que busca o mal se entrega a ele. E todos que aparecem em seu caminho sentem na pele a sua necessidade de causar a dor. Durante a Segunda Guerra Mundial isso é representado pelos atos de muitos (não todos) os alemães que estavam ligados ao extermínio dos judeus. O holocausto é uma das marcas dessa bestialidade, ato do exército comandado por Hitler. Mas até aqueles os quais muitos viam como seus libertadores também tinham um lado animal a ser exibido.

    A entrada do Exército Vermelho, as tropas vindas da União Soviética, na cidade de Berlim era esperada como fim da guerra e dos tormentos por uma grande quantidade de pessoas. Com um país em frangalhos novamente, os comunistas que avançavam selaram as esperanças de uma Alemanha nazista forte e soberana. O sonho louco de Hitler foi sepultado com ele em seu solitário Führerbunker. O pesadelo real das mulheres em Berlim apenas começava.

    A chegada das tropas de Stalin ao que restou da capital da Alemanha foi, por um lado, o fim da guerra, mas, por outro, o início de constantes abusos sexuais cometidos pelos soldados comunistas. A violência sexual que eles praticavam era constante, repetitiva e não seletiva. Alguns utilizavam requintes de sadismo ao violentar filhas bem jovens em frente a suas mães, outros faziam questão de realizar revezamentos entre companheiros de exército e uma vítima. A tragédia foi prevista, muitos pensavam que seria um momento rápido, mas não foi.

    Os estupros foram de 1945 a 1948. Três anos, e mesmo sendo atos denunciados ao alto escalão do exército da União Soviética (tendo, inclusive, algumas condenações de estupradores) eles ainda prevaleceram por mais tempo.

     

    Fotografia do oficial Vladimir Gelfand nas imediações da cidade de Berlim.

     

    Há entre as narrativas sobre o fato o diário de um soldado do Exército Vermelho, o jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, tenente vindo da Ucrânia. Vendo a barbárie que acontecia resolveu, mesmo sob a proibição de manter diários militares no exército, criar a memória dos vários acontecimentos lamentáveis. Desde a forma como viviam os soldados, com uma alimentação pobre, piolhos em demasia, até amostras de antissemitismo e roubo de botas entre os próprios integrantes do Exército, Gelfand, após conhecer o que aconteceu com as mulheres em Berlim depois da primeira noite de ocupação, guardou o relato. Em um encontro com um grupo de mulheres que lhe relataram o horror da noite que passaram, houve quem declarasse ter sofrido estupros por pelo menos vinte homens. Houve uma jovem que se atirou a seus pés dizendo que ele poderia fazer o que quisesse com ela, mas só ele, o que foi uma prova de que ela até suportaria ser objeto de um homem, mas apenas um. Ele ainda conta que em pequenas localidades alemãs era possível ver cenários que mães matavam seus filhos e tentavam suicídio antes de serem capturadas pelos soldados. O terror estava instalado e as vítimas pouco podiam fazer para evitá-lo.

    O episódio também foi relatado pelas vítimas que procuravam os líderes militares e pediam e imploravam para que tal condição humilhante chegasse ao fim. As respostas às denúncias encontravam uma posição clara de que “vai acontecer de qualquer jeito”. Um documento importante para conhecer o que se passou com as vítimas foi o diário anônimo de uma berlinense, que também guardou a tragédia em palavras.

    Ela era noiva de um soldado alemão ausente. Mostrou como algumas mulheres buscaram se adaptar às circunstâncias horríveis para tentar sobreviver. Descrevia-se apenas como “loira pálida que está sempre com o mesmo casaco de inverno” e contou que, para evitarem os vários abusos sofridos e por uma quantidade vasta de violadores, foi necessário que elas “escolhessem” um soldado que fosse próximo e assim contornar o ataque da horda. No caso da anônima, ela encontra um oficial mais importante vindo de Leningrado e passa a dividir a cama, mantendo com ele conversas sobre temas variados como literatura e o sentido da vida.

    O diário foi publicado, mesmo sob críticas severas de ser uma mácula à honra das mulheres alemãs, no ano de 1959, posterior ao falecimento da autora.

     

    Cena do Filme “Anonyma eine Frau in Berlin”.

     

    No ano de 2008, o relato do diário foi transformado em um longa metragem, com o título Anonyma (Anônima, Uma mulher em Berlim no Brasil), dirigido por Max Färberböck, protagonizado pela atriz alemã Nina Hoss no papel da autora do diário. O filme não traz cenas perturbadoras como Irreversível (2002) o faz, mas o clima e a forma como narra os fatos são suficientes para criar uma atmosfera de impotência perante o que acontece. O cenário destroçado de uma capital opulenta, que está agora em escombros, somado à violência sexual contra as mulheres que são encontradas e ao descaso com o que pensavam perturba e nos faz refletir sobre o desastre que foi vivido e no trauma gerado.

    A experiência do filme faz levantar uma luz sobre o caso que, somado ao relato do jovem oficial Vladimir Gelfand, é mais um fator para que se veja, cada vez mais, esse período do século XX como algo abominável. É interessante também ressaltar que, mesmo o grande foco dos relatos mais famosos contra o Exército Vermelho, pesquisas recentes também trouxeram à tona casos de violência sexual cometida por tropas americanas, britânicas e francesas. O que mostra mais uma vez que, na guerra, quando se é um animal, independente do lado, a besta deixa a gaiola.

      

    Trailer

     

      

     

      

     

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    Das Ende des Krieges und der Beginn der Alptraum. Zwei Erzählungen über die Hölle

     
    von   Atualizações, Filmes
     
     
     
     
     
    Der Marsch der Roten Armee. Die Ankunft der sowjetischen Truppen in Berlin. Nichts kann negative Folgen als Bevölkerung dieser Veranstaltung zu bringen. Auf der einen Seite sehen wir das Ende in der Tat das Dritte Reich. Auf der anderen, was in der Haut von den deutschen Frauen erlebt (aber nicht nur sie) war die Hölle. Mehr morbide und beklagenswerte Szene der Früchte des Zweiten Weltkriegs.

    Es ist seit langem bekannt, dass in Kriegssituationen, die Tierheit derer, werden bereits von "Seelen der Schweine" übernommen fließt in einer Weise, in der Lage, damit Sie seine Menschlichkeit vergessen. Im Krieg, der Mann, der das Böse sucht hingibt, um es. Und alle, die auf dem Weg in die Haut scheinen das Gefühl, ihre Notwendigkeit zu Schmerzen verursachen. Im Zweiten Weltkrieg wird dies durch die Aktionen von vielen (nicht alle) der Deutschen, die auf die Vernichtung der Juden verknüpft waren vertreten. Der Holocaust ist eines der Merkmale dieser Bestialität, Armee Akt von Hitler geführt. Sondern auch solche, die viele als Befreier hatte auch eine tierische Seite angezeigt wird.

    Der Eingang der Roten Armee wurde die Truppen aus der Sowjetunion in der Stadt Berlin erwartet, dass der Krieg und Folter durch eine Menge von Menschen zu beenden. Mit einem Land in Trümmern wieder die Kommunisten Vorschieben versiegelt die Hoffnungen auf einen starken und souveränen nationalsozialistischen Deutschland. Die verrückten Traum von Hitler mit ihm in seinem einsamen Führerbunker begraben. Der Albtraum von Frauen in Berlin wurde erst am Anfang.

    Die Ankunft der Truppen von Stalin, was blieb von der deutschen Hauptstadt war auf der einen Seite, das Ende des Krieges, aber auf der anderen, der Anfang der konstanten sexuellen Missbrauchs von kommunistischen Soldaten verpflichtet. Sexuelle Gewalt, die sie praktiziert konstant war, sich wiederholenden und nicht selektiv. Einige Ausgestaltungen des Sadismus zu Vergewaltigung und Töchter vor ihren Müttern verwendet, andere bestand auf der Durchführung Relais zwischen Lands Armee und ein Opfer. Die Tragödie wurde vorhergesagt, dachten viele, würde ein kurzer Moment, aber es war nicht.

    Die Vergewaltigungen wurden von 1945 bis 1948 drei Jahre, und selbst dient, die an senior Armee der Sowjetunion (mit noch ein paar Sätze von Vergewaltigern) sie noch mehr durchgesetzt ausgewiesen. 

     

    Offizielles Foto Vladimir Gelfand in Berlin Stadt Umgebung.

     

    Es gibt zwischen den Erzählungen über die Tatsache, das Tagebuch eines Soldaten der Roten Armee, der junge jüdische sowjetischen Offizier, Vladimir Gelfand, Lieutenant aus der Ukraine. Sehen die Barbarei, die auch unter das Verbot des Haltens Militärzeitschriften in der Armee beschlossen passiert ist, zu schaffen, die Erinnerung an mehreren unglücklichen Ereignissen. Von, wie die Soldaten lebten mit einer schlechten Ernährung, Läuse zu viel, bis Proben des Antisemitismus und der Diebstahl von Stiefeln zwischen sich Mitglieder der Armee, Gelfand, nachdem man weiß, was passiert ist, um Frauen in Berlin nach der ersten Nacht der Besatzung , hielt das Konto. Bei einem Treffen mit einer Gruppe von Frauen, die ihr die Schrecken der Nacht nun berichtet, gab es diejenigen, die Vergewaltigung für mindestens zwanzig Mann gelitten haben erklärt. Es gab eine junge Frau, die sich ihm zu Füßen warf sagen, was er tun konnte, was er mit ihr wollte, aber er allein, das ist ein Beweis dafür, dass sie tragen, um das Objekt von einem Mann sein, aber nur einer war. Er sagt auch, dass in deutschen Kleinstädten könnten Szenarien, die Mütter ihre Kinder getötet und einen Selbstmordversuch, bevor sie von den Soldaten gefangen zu sehen. Terror wurde installiert und die Opfer konnte wenig, um es zu verhindern.

    Die Episode wurde auch von Opfern der Suche nach militärischen Führer gemeldet und bat und flehte um solchen demütigenden Zustand war zu Ende. Antworten auf Beschwerden fanden einen klaren Standpunkt, dass "sowieso passieren wird." Ein wichtiges Dokument, zu wissen, was mit den Opfern war der anonymen Tagebuch eines Berliner, der auch setzen die Tragödie in Worte.

    Sie wurde zu einem fehlenden deutschen Soldaten engagiert. Es zeigte, wie einige Frauen versucht, um die schrecklichen Umstände anzupassen, um zu versuchen, um zu überleben. Nur als "blasse Blondine, die immer mit der gleichen Wintermantel" bezeichnet und gesagt, dass, um die vielen erlitten Missbrauch und eine große Menge an Übertreter zu vermeiden, war es notwendig, dass sie "wählte" ein Soldat, der nächsten und so war um die Horde Angriff. Im Fall der anonymen, ist es ein wichtiger Beamter aus Leningrad und fängt an, ein Bett zu teilen, Gespräche mit ihm über verschiedene Themen wie Literatur und den Sinn des Lebens.

    Das Tagebuch veröffentlicht wurde, auch unter heftiger Kritik, einen Fleck auf der Ehre der deutschen Frauen, im Jahr 1959, im Anschluss an den Tod des Autors sein. 

     

    Movie Scene "Anonyma Eine Frau in Berlin".

     

    Im Jahr 2008 wurde die Geschichte des Tagebuchs in einem Spielfilm mit dem Titel Anonyma (Anonymous, Eine Frau in Berlin in Brasilien), Regie: Max Färberböck gedreht, mit der deutschen Schauspielerin Nina Hoss in der Rolle des Autors Tagebuch. Der Film bringt keine störenden Szenen wie Irreversible (2002) tut, aber das Wetter und wie erzählt die Tatsachen reichen aus, um eine Atmosphäre der Ohnmacht, was passiert, schaffen. Die Einstellung einer opulenten shattered Hauptstadt, die jetzt in Trümmern, und sexuelle Gewalt gegen Frauen, die gefunden werden und die Vernachlässigung von dem, was sie dachten, stört und macht uns auf die Katastrophe, die erlebt wurde und erzeugte Trauma widerspiegeln.

    Die Erfahrung der Film wirft etwas Licht auf den Fall, dass, auf das Konto von dem jungen Offizier Vladimir Gelfand hinzugefügt, ist ein weiterer Faktor für Sie, um zu sehen, mehr und mehr, diese Zeit des zwanzigsten Jahrhunderts als etwas abscheulich. Es ist auch interessant, darauf hinzuweisen, dass auch der Schwerpunkt der berühmtesten Konten gegen die Rote Armee, neuere Forschung auch auf leichten Fällen von sexueller Gewalt durch amerikanische Truppen, britische und Französisch verpflichtet gebracht. Dies zeigt einmal mehr, dass in dem Krieg, als es ist ein Tier, unabhängig von der Hand, lässt das Tier den Käfig.

     

    Trailer
     

     

     

     
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  •     Dr. Elke Scherstjanoi "Ein Rotarmist in Deutschland"
  •     Stern  "Von Siegern und Besiegten"
  •     Märkische Allgemeine  "Hinter den Kulissen"
  •     Das Erste /TV/  "Kulturreport"
  •     Berliner Zeitung  "Besatzer, Schöngeist, Nervensäge, Liebhaber"
  •     SR 2 KulturRadio  "Deutschland-Tagebuch 1945-1946. Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Die Zeit  "Wodka, Schlendrian, Gewalt"
  •     Jüdische Allgemeine  "Aufzeichnungen im Feindesland"
  •     Mitteldeutsche Zeitung  "Ein rotes Herz in Uniform"
  •     Unveröffentlichte Kritik  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten vom Umgang mit den Deutschen"
  •     Bild  "Auf Berlin, das Besiegte, spucke ich!"
  •     Das Buch von Gregor Thum "Traumland Osten. Deutsche Bilder vom östlichen Europa im 20. Jahrhundert"
  •     Flensborg Avis  "Set med en russisk officers øjne"
  •     Ostsee Zeitung  "Das Tagebuch des Rotarmisten"
  •     Leipziger Volkszeitung  "Das Glück lächelt uns also zu!"
  •     Passauer Neue Presse "Erinnerungspolitischer Gezeitenwechsel"
  •     Lübecker Nachrichten  "Das Kriegsende aus Sicht eines Rotarmisten"
  •     Lausitzer Rundschau  "Ich werde es erzählen"
  •     Leipzigs-Neue  "Rotarmisten und Deutsche"
  •     SWR2 Radio ART: Hörspiel
  •     Kulturation  "Tagebuchaufzeichnungen eines jungen Sowjetleutnants"
  •     Der Tagesspiegel  "Hier gibt es Mädchen"
  •     NDR  "Bücher Journal"
  •     Kulturportal  "Chronik"
  •     Sächsische Zeitung  "Bitterer Beigeschmack"
  •     Deutschlandradio Kultur  "Krieg und Kriegsende aus russischer Sicht"
  •     Berliner Zeitung  "Die Deutschen tragen alle weisse Armbinden"
  •     MDR  "Deutschland-Tagebuch eines Rotarmisten"
  •     Jüdisches Berlin  "Das Unvergessliche ist geschehen" / "Личные воспоминания"
  •     Süddeutsche Zeitung  "So dachten die Sieger"
  •     Financial Times Deutschland  "Aufzeichnungen aus den Kellerlöchern"
  •     Badisches Tagblatt  "Ehrliches Interesse oder narzisstische Selbstschau?"
  •     Freie Presse  "Ein Rotarmist in Berlin"
  •     Nordkurier/Usedom Kurier  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten ungefiltert"
  •     Nordkurier  "Tagebuch, Briefe und Erinnerungen"
  •     Ostthüringer Zeitung  "An den Rand geschrieben"
  •     Potsdamer Neueste Nachrichten  "Hier gibt es Mädchen"
  •     NDR Info. Forum Zeitgeschichte "Features und Hintergründe"
  •     Deutschlandradio Kultur  "Politische Literatur. Lasse mir eine Dauerwelle machen"
  •     Konkret "Watching the krauts. Emigranten und internationale Beobachter schildern ihre Eindrücke aus Nachkriegsdeutschland"
  •     Dagens Nyheter  "Det oaendliga kriget"
  •     Utopie-kreativ  "Des jungen Leutnants Deutschland - Tagebuch"
  •     Neues Deutschland  "Berlin, Stunde Null"
  •     Webwecker-bielefeld  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Südkurier  "Späte Entschädigung"
  •     Online Rezension  "Das kriegsende aus der Sicht eines Soldaten der Roten Armee"
  •     Saarbrücker Zeitung  "Erstmals: Das Tagebuch eines Rotarmisten"
  •     Neue Osnabrücker Zeitung  "Weder Brutalbesatzer noch ein Held"
  •     Thüringische Landeszeitung  "Vom Alltag im Land der Besiegten"
  •     Das Argument  "Wladimir Gelfand: Deutschland-Tagebuch 1945-1946. Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Deutschland Archiv: Zeitschrift für das vereinigte Deutschland "Betrachtungen eines Aussenseiters"
  •     Neue Gesellschaft/Frankfurter Hefte  "Von Siegern und Besiegten"
  •     Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst. Rezensionen
  •     Online Rezensionen. Die Literaturdatenbank
  •     Literaturkritik  "Ein siegreicher Rotarmist"
  •     RBB Kulturradio  "Ein Rotarmist in Berlin"
  •     Українська правда  "Нульовий варiант" для ветеранiв вiйни / Комсомольская правда "Нулевой вариант" для ветеранов войны"
  •     Dagens Nyheter.  "Vladimir Gelfand. Tysk dagbok 1945-46"
  •     Ersatz  "Tysk dagbok 1945-46 av Vladimir Gelfand"
  •     Borås Tidning  "Vittnesmåil från krigets inferno"
  •     Sundsvall (ST)  "Solkig skildring av sovjetisk soldat frеn det besegrade Berlin"
  •     Helsingborgs Dagblad  "Krigsdagbok av privat natur"
  •     2006 Bradfor  "Conference on Contemporary German Literature"
  •     Spring-2005/2006 Foreign Rights, German Diary 1945-1946
  •     Flamman  "Dagbok kastar tvivel över våldtäktsmyten"
  •     Expressen  "Kamratliga kramar"
  •     Expressen Kultur  "Under våldets täckmantel"
  •     Lo Tidningen  "Krigets vardag i röda armén"
  •     Tuffnet Radio  "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Norrköpings Tidningar  "En blick från andra sidan"
  •     Expressen Kultur  "Den enda vägens historia"
  •     Expressen Kultur  "Det totalitära arvet"
  •     Allehanda  "Rysk soldatdagbok om den grymma slutstriden"
  •     Ryska Posten  "Till försvar för fakta och anständighet"
  •     Hugin & Munin  "En rödarmist i Tyskland"
  •     Theater "Das deutsch-russische Soldatenwörtebuch" / Театр  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     SWR2 Radio "Journal am Mittag"
  •     Berliner Zeitung  "Dem Krieg den Krieg erklären"
  •     Die Tageszeitung  "Mach's noch einmal, Iwan!"
  •     The book of Paul Steege: "Black Market, Cold War: Everyday Life in Berlin, 1946-1949"
  •     Телеканал РТР "Культура"  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     Аргументы и факты  "Есть ли правда у войны?"
  •     RT "Russian-German soldier's phrase-book on stage in Moscow"
  •     Утро.ru  "Контурная карта великой войны"
  •     Телеканал РТР "Культура":  "Широкий формат с Ириной Лесовой"
  •     Museum Berlin-Karlshorst  "Das Haus in Karlshorst. Geschichte am Ort der Kapitulation"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Rote Fahnen über Potsdam 1933 - 1989: Lebenswege und Tagebücher"
  •     Das Buch von Bernd Vogenbeck, Juliane Tomann, Magda Abraham-Diefenbach: "Terra Transoderana: Zwischen Neumark und Ziemia Lubuska"
  •     Das Buch von Sven Reichardt & Malte Zierenberg: "Damals nach dem Krieg Eine Geschichte Deutschlands - 1945 bis 1949" 
  •     Lothar Gall & Barbara Blessing: "Historische Zeitschrift Register zu Band 276 (2003) bis 285 (2007)"
  •     Kollektives Gedächtnis "Erinnerungen an meine Cousine Dora aus Königsberg"
  •     Das Buch von Ingeborg Jacobs: "Freiwild: Das Schicksal deutscher Frauen 1945"
  •     Закон i Бiзнес "Двічі по двісті - суд честі"
  •     Радио Свобода "Красная армия. Встреча с Европой"
  •     DEP "Stupri sovietici in Germania (1944-45)"
  •     Explorations in Russian and Eurasian History "The Intelligentsia Meets the Enemy: Educated Soviet Officers in Defeated Germany, 1945"
  •     DAMALS "Deutschland-Tagebuch 1945-1946"
  •     Das Buch von Pauline de Bok: "Blankow oder Das Verlangen nach Heimat"  
  •     Das Buch von Ingo von Münch: "Frau, komm!": die Massenvergewaltigungen deutscher Frauen und Mädchen 1944/45"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Schwarzmondnacht: Authentische Tagebücher berichten (1933-1953). Nazidiktatur - Sowjetische Besatzerwillkür
  •     История государства "Миф о миллионах изнасилованных немок"
  •     Das Buch Alexander Häusser, Gordian Maugg: "Hungerwinter: Deutschlands humanitäre Katastrophe 1946/47"
  •     Heinz Schilling: "Jahresberichte für deutsche Geschichte: Neue Folge. 60. Jahrgang 2008"
  •     Jan M. Piskorski "WYGNAŃCY: Migracje przymusowe i uchodźcy w dwudziestowiecznej Europie"
  •     Deutschlandradio "Heimat ist dort, wo kein Hass ist"
  •     Journal of Cold War Studies "Wladimir Gelfand, Deutschland-Tagebuch 1945–1946: Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне. Солдатские дневники"
  •     Частный Корреспондент "Победа благодаря и вопреки"
  •     Перспективы "Сексуальное насилие в годы Второй мировой войны: память, дискурс, орудие политики"
  •     Радиостанция Эхо Москвы & RTVi "Не так" с Олегом Будницким: Великая Отечественная - солдатские дневники"
  •     Books Llc "Person im Zweiten Weltkrieg /Sowjetunion/ Georgi Konstantinowitsch Schukow, Wladimir Gelfand, Pawel Alexejewitsch Rotmistrow"
  •     Das Buch von Jan Musekamp: "Zwischen Stettin und Szczecin - Metamorphosen einer Stadt von 1945 bis 2005"
  •     Encyclopedia of safety "Ladies liberated Europe in the eyes of Russian soldiers and officers (1944-1945 gg.)"
  •     Азовские греки "Павел Тасиц"
  •     Newsland "СМЯТЕНИЕ ГРОЗНОЙ ОСЕНИ 1941 ГОДА"
  •     Вестник РГГУ "Болезненная тема второй мировой войны: сексуальное насилие по обе стороны фронта"
  •     Das Buch von Jürgen W. Schmidt: "Als die Heimat zur Fremde wurde"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне: от советского к еврейскому?"
  •     Gedenkstätte/ Museum Seelower Höhen "Die Schlacht"
  •     The book of Frederick Taylor "Exorcising Hitler: The Occupation and Denazification of Germany"
  •     Огонёк "10 дневников одной войны"
  •     The book of Michael Jones "Total War: From Stalingrad to Berlin"
  •     Das Buch von Frederick Taylor "Zwischen Krieg und Frieden: Die Besetzung und Entnazifizierung Deutschlands 1944-1946"
  •     WordPress.com "Wie sind wir Westler alt und überklug - und sind jetzt doch Schmutz unter ihren Stiefeln"
  •     Олег Будницкий: "Архив еврейской истории" Том 6. "Дневники"
  •     Åke Sandin "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Michael Jones: "El trasfondo humano de la guerra: con el ejército soviético de Stalingrado a Berlín"
  •     Das Buch von Jörg Baberowski: "Verbrannte Erde: Stalins Herrschaft der Gewalt"
  •     Zeitschrift fur Geschichtswissenschaft "Gewalt im Militar. Die Rote Armee im Zweiten Weltkrieg"
  •     Ersatz-[E-bok] "Tysk dagbok 1945-46"
  •     The book of Michael David-Fox, Peter Holquist, Alexander M. Martin: "Fascination and Enmity: Russia and Germany as Entangled Histories, 1914-1945"
  •     Елена Сенявская "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат и офицеров (1944-1945 гг.)"
  •     The book of Raphaelle Branche, Fabrice Virgili: "Rape in Wartime (Genders and Sexualities in History)"
  •     БезФорматаРу "Хоть бы скорей газетку прочесть"
  •     ВЕСТНИК "Проблемы реадаптации студентов-фронтовиков к учебному процессу после Великой Отечественной войны"
  •     Все лечится "10 миллионов изнасилованных немок"
  •     Симха "Еврейский Марк Твен. Так называли Шолома Рабиновича, известного как Шолом-Алейхем"
  •     Annales: Nathalie Moine "La perte, le don, le butin. Civilisation stalinienne, aide étrangère et biens trophées dans l’Union soviétique des années 1940"
  •     Das Buch von Beata Halicka "Polens Wilder Westen. Erzwungene Migration und die kulturelle Aneignung des Oderraums 1945 - 1948"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     "آسو  "دشمن هرگز در نمی‌زن
  •     Уроки истории. ХХ век. Гефтер. "Антисемитизм в СССР во время Второй мировой войны в контексте холокоста"
  •     Ella Janatovsky "The Crystallization of National Identity in Times of War: The Experience of a Soviet Jewish Soldier"
  •     Всеукраинский еженедельник Украина-Центр "Рукописи не горят"
  •     Bücher / CD-s / E-Book von Niclas Sennerteg "Nionde arméns undergång: Kampen om Berlin 1945"
  •     Das Buch von Michaela Kipp: "Großreinemachen im Osten: Feindbilder in deutschen Feldpostbriefen im Zweiten Weltkrieg"
  •     Петербургская газета "Женщины на службе в Третьем Рейхе"
  •     Володимир Поліщук "Зроблено в Єлисаветграді"
  •     Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst. Katalog zur Dauerausstellung / Каталог постоянной экспозиции
  •     Clarissa Schnabel "The life and times of Marta Dietschy-Hillers"
  •     Еврейский музей и центр толерантности. Группа по работе с архивными документами 
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Военный дневник лейтенанта Владимира Гельфанда"
  •     Bok / eBok: Anders Bergman & Emelie Perland "365 dagar: Utdrag ur kända och okända dagböcker"
  •     РИА Новости "Освободители Германии"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski  "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     Das Buch von Miriam Gebhardt "Als die Soldaten kamen: Die Vergewaltigung deutscher Frauen am Ende des Zweiten Weltkriegs"
  •     Petra Tabarelli "Vladimir Gelfand"
  •     Das Buch von Martin Stein "Die sowjetische Kriegspropaganda 1941 - 1945 in Ego-Dokumenten"
  •     The German Quarterly "Philomela’s Legacy: Rape, the Second World War, and the Ethics of Reading"
  •     MAZ LOKAL "Archäologische Spuren der Roten Armee in Brandenburg"
  •     Deutsches Historisches Museum "1945 – Niederlage. Befreiung. Neuanfang. Zwölf Länder Europas nach dem Zweiten Weltkrieg"
  •     День за днем "Дневник лейтенанта Гельфанда"
  •     BBC News "The rape of Berlin" / BBC Mundo / BBC O`zbek  / BBC Brasil / BBC فارْسِى "تجاوز در برلین"
  •     Echo24.cz "Z deníku rudoarmějce: Probodneme je skrz genitálie"
  •     The Telegraph "The truth behind The Rape of Berlin"
  •     BBC World Service "The Rape of Berlin"
  •     ParlamentniListy.cz "Mrzačení, znásilňování, to všechno jsme dělali. Český server připomíná drsné paměti sovětského vojáka"
  •     WordPress.com "Termina a Batalha de Berlim"
  •     Dnevnik.hr "Podignula je suknju i kazala mi: 'Spavaj sa mnom. Čini što želiš! Ali samo ti"                  
  •     ilPOST "Gli stupri in Germania, 70 anni fa"
  •     上 海东方报业有限公司 70年前苏军强奸了十万柏林妇女?很多人仍在寻找真相
  •     연합뉴스 "BBC: 러시아군, 2차대전때 독일에서 대규모 강간"
  •     Telegraf "SPOMENIK RUSKOM SILOVATELJU: Nemci bi da preimenuju istorijsko zdanje u Berlinu?"
  •    Múlt-kor "A berlini asszonyok küzdelme a szovjet erőszaktevők ellen"
  •     Noticiasbit.com "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Museumsportal Berlin "Landsberger Allee 563, 21. April 1945"
  •     Caldeirão Político "70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido"
  •     Nuestras Charlas Nocturnas "70 aniversario del fin de la II Guerra Mundial: del horror nazi al terror rojo en Alemania"
  •     W Radio "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     La Tercera "BBC: El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Noticias de Paraguay "El drama de las alemanas violadas por tropas soviéticas hacia el final de la Segunda Guerra Mundial"
  •     Cnn Hit New "The drama hidden mass rape during the fall of Berlin"
  •     Dân Luận "Trần Lê - Hồng quân, nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin 1945"
  •     Český rozhlas "Temná stránka sovětského vítězství: znásilňování Němek"
  •     Historia "Cerita Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     G'Le Monde "Nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin năm 1945 mang tên Hồng Quân"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Красная армия в Европе"
  •     Der Freitag "Eine Schnappschussidee"
  •     باز آفريني واقعيت ها  "تجاوز در برلین"
  •     Quadriculado "O Fim da Guerra e o início do Pesadelo. Duas narrativas sobre o inferno"    
  •     Majano Gossip "PER NON DIMENTICARE…….. LE PORCHERIE COMUNISTE !!!!!"
  •     Русская Германия "Я прижал бедную маму к своему сердцу и долго утешал"
  •     Das Buch von Nicholas Stargardt "Der deutsche Krieg: 1939 - 1945"
  •     The book of Nicholas Stargardt "The German War: A Nation Under Arms, 1939–45"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     BBC Русская служба "Изнасилование Берлина: неизвестная история войны" / BBC Україна "Зґвалтування Берліна: невідома історія війни"
  •     Гефтер. "Олег Будницкий: «Дневник, приятель дорогой!» Военный дневник Владимира Гельфанда"
  •     Гефтер "Владимир Гельфанд. Дневник 1942 года"
  •     BBC Tiếng Việt "Lính Liên Xô 'hãm hiếp phụ nữ Đức'"
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Дневники лейтенанта Гельфанда"
  •     Renato Furtado "Soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, durante a Guerra Mundial"
  •     Вера Дубина "«Обыкновенная история» Второй мировой войны: дискурсы сексуального насилия над женщинами оккупированных территорий"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Презентация книги Владимира Гельфанда «Дневник 1941-1946»"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Атака"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Бой"
  •     
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Победа"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. Эпилог
  •     Труд "Покорность и отвага: кто кого?"
  •     Издательский Дом «Новый Взгляд» "Выставка подвига"
  •     Katalog NT "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне " - собрание уникальных документов"
  •     Вести "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне" - собрание уникальных документов"
  •     Радио Свобода "Бесценный графоман"
  •     Вечерняя Москва "Еще раз о войне"
  •     РИА Новости "Выставка про евреев во время ВОВ открывается в Еврейском музее"
  •     Телеканал «Культура» "Евреи в Великой Отечественной войне" проходит в Москве"
  •     Россия HD "Вести в 20.00"
  •     GORSKIE "В Москве открылась выставка "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Aгентство еврейских новостей "Евреи – герои войны"
  •     STMEGI TV "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Национальный исследовательский университет Высшая школа экономики "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Независимая газета "Война Абрама"
  •     Revista de Historia "El lado oscuro de la victoria aliada en la Segunda Guerra Mundial"
  •     Лехаим "Война Абрама"
  •     Libertad USA "El drama de las alemanas: violadas por tropas soviéticas en 1945 y violadas por inmigrantes musulmanes en 2016"
  •     НГ Ex Libris "Пять книг недели"
  •     Брестский Курьер "Фамильное древо Бреста. На перекрестках тех дорог…"
  •     Полит.Ру "ProScience: Олег Будницкий о народной истории войны"
  •     Олена Проскура "Запiзнiла сповiдь"
  •     Полит.Ру "ProScience: Возможна ли научная история Великой Отечественной войны?"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     Ahlul Bait Nabi Saw "Kisah Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     北京北晚新视觉传媒有限公司 "70年前苏军强奸了十万柏林妇女?"
  •     Преподавание истории в школе "«О том, что происходило…» Дневник Владимира Гельфанда"
  •     Вестник НГПУ "О «НЕУБЕДИТЕЛЬНЕЙШЕЙ» ИЗ ПОМЕТ: (Высокая лексика в толковых словарях русского языка XX-XXI вв.)"
  •     Archäologisches Landesmuseum Brandenburg "Zwischen Krieg und Frieden" / "Между войной и миром"
  •     Российская газета "Там, где кончается война"
  •     Народный Корреспондент "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат: правда про "2 миллиона изнасилованых немок"
  •     Fiona "Военные изнасилования — преступления против жизни и личности"
  •     军情观察室 "苏军攻克柏林后暴行妇女遭殃,战争中的强奸现象为什么频发?"
  •     Независимая газета "Дневник минометчика"
  •     Независимая газета "ИСПОДЛОБЬЯ: Кризис концепции"
  •     Olhar Atual "A Esquerda a história e o estupro"
  •     The book of Stefan-Ludwig Hoffmann, Sandrine Kott, Peter Romijn, Olivier Wieviorka "Seeking Peace in the Wake of War: Europe, 1943-1947"
  •     Steemit "Berlin Rape: The Hidden History of War"
  •     Estudo Prático "Crimes de estupro na Segunda Guerra Mundial e dentro do exército americano"
  •     Громадське радіо "Насильство над жінками під час бойових дій — табу для України"
  •     InfoRadio RBB "Geschichte in den Wäldern Brandenburgs"
  •     "شگفتی های تاریخ است "پشت پرده تجاوز به زنان برلینی در پایان جنگ جهانی دوم
  •     Hans-Jürgen Beier gewidmet "Lehren – Sammeln – Publizieren"
  •     Русский вестник "Искажение истории: «Изнасилованная Германия»"
  •     凯迪 "推荐《柏林女人》与《五月四日》影片"
  •     Vix "Estupro de guerra: o que acontece com mulheres em zonas de conflito, como Aleppo?"
  •    企业头条 "柏林战役后的女人"
  •     腾讯公司  "二战时期欧洲, 战胜国对战败国的十万妇女是怎么处理的!"
  •     El Nuevo Accion "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     Periodismo Libre "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     DE Y.OBIDIN "Какими видели европейских женщин советские солдаты и офицеры (1944-1945 годы)?"
  •     歷史錄 "近1萬女性被強姦致死,女孩撩開裙子說:不下20個男人戳我這兒"
  •     NewConcepts Society "Можно ли ставить знак равенства между зверствами гитлеровцев и зверствами советских солдат?"
  •     搜狐 "二战时期欧洲,战胜国对战败国的妇女是怎么处理的"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Начало войны. Личные источники"
  •     Журнал "Огонёк" "Эго прошедшей войны"
  •     Уроки истории. XX век "Книжный дайджест «Уроков истории»: советский антисемитизм"
  •     Свободная Пресса "Кто кого насиловал в Германии"
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