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    ESCRITO PORBEATRIZ HELENA  
     




    01.12.2016

    Estupro de guerra: o que acontece com mulheres em zonas de conflito, como Aleppo?




    mulher siria arabe refugiada
     

    De acordo com a WHO (World Health Organization), ONG global de acesso à saúde, o conflito na Síria é a maior crise humanitária da atualidade. São mais de 13 milhões de pessoas precisando de ajuda.

    Na última semana, com o acirramento do conflito na cidade de Aleppo, segunda maior do país, dois episódios supostamente ocorridos na região comoveram o mundo e ganharam o noticiário brasileiro. Eles surgiram a partir do anúncio da retomada de parte do território da cidade, que até então estava invadida por forças rebeldes, pelo exército da Síria e pelas forças russas, apoiadores do regime.

    Os mais divulgados foram a carta de despedida de uma enfermeira não identificada, explicando que iria cometer suicídio porque não queria ser estuprada pelos soldados do exército sírio, e o suposto pedido de autorização feito por homens a líderes religiosos para matar as próprias esposas, filhas e irmãs antes que elas fossem estupradas e mortas pelas forças sírias e russas.

    O caso ganhou repercussão mundial e comoveu milhares de pessoas, que se solidarizaram com a delicada situação da população do país. Não foi possível, no entanto, checar a veracidade das narrativas.

     

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    À revista Marie Claire, uma jornalista que cobre o conflito em Aleppo (e que preferiu não ser identificada) negou os boatos que diziam que mulheres estavam cometendo suicídio por medo de serem estupradas pelas forças do exército do regime de Bashar al-Assad, da milícia libanesa do Hezzbolah ou do Irã. “Não acredito nisso nem por um minuto. Nunca vi nenhuma evidência confiável disso. Sei que as pessoas publicaram essa notícia, mas por enquanto são só boatos”, disse em entrevista exclusiva.

    Depois do episódio, a fotojornalista britânica Vanessa Beeley, que cobre conflitos, publicou em seu Facebook fotos de crianças em Aleppo saindo da região ocupada e recebendo comida e abrigo após a tomada da cidade pelo exército sírio. Na publicação, a profissional disse que todas estão muito traumatizadas, mas nenhuma foi atacada pelo exército sírio ou forças russas.


    A jornalista Mariana Terra, em um artigo no Ópera Mundi, site brasileiro de notícias internacionais, abordou o assunto ressaltando a importância de, em temas complexos como esses, questionar as informações que chegam e buscar fontes com diversos posicionamentos. Isto porque, segundo o material, muitas dessas notícias sem confirmação têm a intenção de chocar. Para mostrar isso, a jornalista remontou outras situações semelhantes, como casos na Líbia, em 2011, no Iraque, em 2003, e no Kuwait, em 1990 – todos negados posteriormente.

    O que está acontecendo em Aleppo?

     
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    A crise no Oriente Médio é complexa e envolve diferentes interesses econômicos, especialmente de grandes potências como os Estados Unidos e a Rússia.

    O conflito armado em Aleppo começou depois do início das manifestações de civis em 2011. Parte da cidade foi tomada por grupos rebeldes que se posicionavam contra o governo de Bashar al-Assad, muito criticado por infringir os direitos humanos e a liberdade no país.

    Catar, Arábia Saudita, Turquia e os Estados Unidos estão entre os financiadores da maioria desses grupos rebeldes que, além de Aleppo, dominam outras áreas do país (e cidades de outros países do Oriente). Já ao lado do governo da Síria, está a Rússia.

     

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    A cidade ficou tomada até 2016, quando o exército de Assad anunciou que teria ajuda das forças russas para retomar o território. Foi neste momento que teve início um novo conflito.

    Não é possível precisar, no entanto, se o período anterior era melhor ou não. Relatos de civis mostram que faltavam alimentos e itens básicos de cuidado com a saúde, e que o tratamento dos rebeldes era violento e também infringia direitos humanos e a liberdade. Já outros dizem que não fosse a retomada por parte do exército sírio, muitas pessoas estariam vivas. A história é cheia de inconsistências e contradições e, por ser envolta por grandes interesses econômicos, é difícil de ser apurada com precisão.

    Estupro de guerra

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    Independente da veracidade destas específicas narrativas, é fato, no entanto, que as mulheres em zona de conflito ou refugiadas estão em uma situação de extrema vulnerabilidade e, por isso, sofrem muito.

    Em cenários como estes descritos em Aleppo, que se tornaram mundialmente conhecidos, mulheres são usadas como objeto para aterrorizar e humilhar os inimigos.

    E os episódios da Síria não são os primeiros casos. Pelo contrário, registros de estupros de guerra existem até nas passagens históricas da Bíblia.

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    No Brasil, por exemplo, com a invasão portuguesa, muitas mulheres indígenas foram estupradas. Os casos de estupros das mulheres alemãs pelos soldados soviéticos registrados pelo oficial soviético judeu Vladimir Gelfand, na Segunda Guerra Mundial, é outro exemplo.

    E eles não param. Ainda na Segunda Guerra Mundial, mulheres de países inimigos, especialmente coreanas e chinesas, eram sequestradas e forçadas e se prostituírem nos quartéis japoneses como “mulheres de conforto”. Na cidade de Nanquim, na China, centenas de mulheres foram estupradas e mortas de uma vez pelo exército japonês no episódio conhecido como “Massacre de Nanquim”.

    Já na Alemanha nazista, como a lei proibia a relação sexual entre arianos e judeus, quando um soldado estuprava uma mulher judia, ela a matava para não enfrentar problemas com seus superiores. A situação degradante se repetia nos campos de concentração, onde o estupro era ainda mais comum em troca de “benefícios”, como um pedaço de pão.

    Nas guerras do Oriente Médio, muitas mulheres e crianças ainda são mortas ou sequestradas por grupos rebeldes para atingir seus inimigos. E os casos se repetiram em Bangladesh, República Democrática do Congo, Ruanda e Darfur, dentre muitos outros.

    Alerta internacional

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    A situação não é novidade para nenhuma instituição que analisa os contextos internacionais. De acordo com relatório publicado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), recentemente, mulheres e meninas que migraram do Oriente Médio para a Europa foram obrigadas a fazer sexo como “pagamento” pela entrada no continente.

    A Agência, junto com Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA) e Comissão para Mulheres Refugiadas (WRC), alertou que mulheres e crianças enfrentam graves riscos de violência sexual e de gênero e são necessárias medidas adicionais, eficientes e permanentes de proteção para este grupo.

    Isto porque, além de sofrerem em seus países de origem com os conflitos, elas ainda passam por situações dramáticas quando consegue sair deles, nos centros de acolhimento. Além disso, quando começam a se estabilizar, devido à precária condição financeira, se alojam em locais insalubres e pouco seguros, morando muitas vezes com muitas pessoas, a maioria desconhecidas e, mais uma vez, ficam vulneráveis à violência de gênero e sexual.

    Por que as mulheres?

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    A violência sexual durante a guerra tem diversos motivos, explica Françoise Duroch, especialista em conflitos da ONG Médicos Sem Fronteiras. “O estupro pode ser usado como uma arma, o que significa que pode ele pode ser realizado segundo uma lógica militar e para fins políticos. Ele pode ser usado como uma recompensa a um soldado ou para remunerá-los; pode ser usado para motivar as tropas e pode ser utilizado como meio de tortura – às vezes para humilhar os homens em determinada comunidade. O estupro sistemático pode ser usado para forçar uma população a mudar de lugar e até como uma arma biológica, com o intuito de transmitir deliberadamente o vírus HIV/Aids. Isso sem contar o fenômeno de exploração sexual, prostituição forçada e escravização sexual”, comentou durante a Conferência Global sobre a Violência Sexual em Zonas de Conflito Armado, de 2014.

    “A violência sexual não tem a ver com sexo, mas com poder”, afirma Rochelle Saidel, pesquisadora americana do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero da Universidade de São Paulo e autora do livro “Sexual violence against Jewish women during the Holocaust” (Violência sexual contra mulheres judias durante o Holocausto), em uma entrevista à revista Época.

    Para ela, os efeitos da violência sexual na guerra são duradouros. Além dos indescritíveis danos psicológicos, a mulher ainda corre o risco de engravidar e pegar uma doença. E seus descendentes também sofrem.

    “Nunca se esqueça que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilante durante toda a sua vida." Simone de Beauvoir


     
     
     
     












    Vergewaltigung Krieg: Was in Konfliktzonen wie Aleppo zu den Frauen geschieht?

    PORBEATRIZ HELENA
     
     
     
     

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    Nach Angaben der WHO (World Health Organization), den weltweiten Zugang zu Gesundheits NGOs, ist der Konflikt in Syrien die derzeit größte humanitäre Krise. Mehr als 13 Millionen Menschen, die Hilfe brauchen.

    Letzte Woche, mit der Verschärfung des Konflikts in der Stadt Aleppo, der zweitgrößten des Landes, zwei Episoden angeblich in der Region aufgetreten schockierte die Welt und gewann die brasilianische Nachrichten. Sie entstand aus der Ankündigung der Wiederaufnahme eines Teils des Territoriums der Stadt, die bis dahin von den Rebellen, die Armee von Syrien und von den russischen Truppen, Anhänger des Regimes überfallen wurde.

    Die meisten publizierten waren die Abschiedsbrief von einer Krankenschwester nicht identifiziert, zu erklären, dass er Selbstmord begehen würde, weil sie nicht von den Soldaten der syrischen Armee und die angebliche Genehmigung Antrag von Menschen zu religiösen Führern vergewaltigt werden wollten ihre eigenen Ehefrauen, Töchter zu töten und Schwestern, bevor sie von den syrischen und russischen Truppen vergewaltigt und getötet wurden.

    Der Fall gewonnen weltweite Auswirkungen und zog Tausende von Menschen, die mit der heiklen Lage der Bevölkerung sympathisierte. Es war jedoch möglich, die Richtigkeit der Erzählung überprüfen.

     

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    In der Zeitschrift Marie Claire, ein Journalist, den Konflikt in Aleppo abdeckt (und wer abgelehnt zu identifizieren) verweigert Gerüchte, dass die Frauen Selbstmord aus Angst vor begingen durch die Kräfte von Bashar al-Assad-Regime Armee, Milizen vergewaltigt Libanons Hezzbolah oder Iran. "ich glaube nicht, dass für eine Minute. Ich habe nie einen zuverlässigen Beweis dafür gesehen. Ich kenne Leute, diese Nachricht veröffentlicht haben, aber jetzt nur Gerüchte sind ", sagte er in einem Interview.

    Nach der Episode, die britische Fotojournalist Vanessa Beeley und deckt Konflikte, auf seiner Facebook -Fotos von Kindern in Aleppo veröffentlichte das besetzte Gebiet verlassen und Empfangen von Nahrung und Schutz, nachdem die Stadt von der syrischen Armee nehmen. In der Publikation, sagte der Profi alle sehr traumatisiert sind, aber keiner wurde von der syrischen Armee und russischen Truppen angegriffen.
     
     
     
     
     
    Bilder aus Jibreen, Ost #Aleppo Registrierungsstelle für syrische Zivilisten vor kurzem befreit von NATO und Golf staatlich finanzierten terroristischen Besetzung ihrer Häuser, Schulen und Krankenhäuser.
    Alle Kinder wurden traumatisiert, aber keiner wurde von der SAA oder den Russen angegriffen. Im Gegenteil, das SAA half den Familien, ihre Sachen zu tragen und Tassen mit dampfendem Tee zu servieren, um sie bei ihrer Ankunft im strömenden Regen und Schlamm zu begrüßen.
    #GameOverMSM

     


    Journalist Mariana Terra, in einem Artikel in Opera Mundi, einer brasilianischen internationalen Nachrichten-Website, mit der Frage auf die Bedeutung der auf komplexe Fragen wie diese, in Frage stellen die Informationen, die Quellen mit unterschiedlichen Positionen kommt und suchen. Dies liegt daran, dass nach dem Material, bestimmt viele dieser Nachrichten ohne Bestätigung zu schocken. Um dies zu zeigen, stieg wieder der Journalist andere ähnliche Situationen wie Fälle in Libyen im Jahr 2011, den Irak in den Jahren 2003 und 1990 in Kuwait - alle später verweigert.

    Was geschieht in Aleppo?

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    Die Krise im Nahen Osten ist komplex und beinhaltet unterschiedliche wirtschaftliche Interessen, vor allem Großmächte wie die Vereinigten Staaten und Russland.

    Der bewaffnete Konflikt in Aleppo begann nach dem Beginn der zivilen Demonstrationen im Jahr 2011. Ein Teil der Stadt wurde von Rebellengruppen getroffen, die sich gegen die Regierung von Bashar al-Assad positioniert, für die Verletzung der Menschenrechte und die Freiheit des Landes kritisiert.

    Katar, Saudi-Arabien, die Türkei und die Vereinigten Staaten gehören zu den Sponsoren der meisten dieser Rebellengruppen und Aleppo, dominieren andere Gebiete des Landes (und Städte in anderen östlichen Ländern). Bereits neben der Regierung von Syrien ist Russland.

     

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    Die Stadt wurde bis 2016 gemacht, als Assads Armee sagte, es würde die russischen Truppen helfen, das Gebiet zurückzuerobern. Es war dann, dass ein neuer Konflikt begann.

    Sie können nicht angeben, jedoch war die Zeit besser oder nicht. zivile Berichte zeigen, dass Lebensmittel und Grundpflege Produkte für die Gesundheit fehlte, und dass die Behandlung der Rebellen war heftig und verletzt auch die Menschenrechte und Freiheit. Andere argumentieren, dass nicht wurde von der syrischen Armee aufgenommen, wäre viele Menschen am Leben. Die Geschichte ist voll von Ungereimtheiten und Widersprüche, und von großen wirtschaftlichen Interessen umgeben ist, ist es schwierig, genau zu bestimmen.

    Vergewaltigung Krieg

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    Unabhängig von der Wahrheit dieser spezifischen Geschichten, es ist wahr, aber, dass Frauen in Konflikten und Flüchtlingsbereich sind in einer äußerst schwierigen Lage und daher viel leiden.

    In Szenarien, wie diese in Aleppo beschrieben, die weltweit bekannt wurde, werden die Frauen als Objekt verwendet zu terrorisieren und die Feinde demütigen.

    Und die Folgen von Syrien sind nicht der erste Fall. Im Gegenteil, Aufzeichnungen Kriegsvergewaltigungen existieren auch in historischen Passagen aus der Bibel.

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    In Brasilien zum Beispiel mit der portugiesischen Invasion wurden viele einheimische Frauen vergewaltigt. Fälle von Vergewaltigung deutscher Frauen durch sowjetische Soldaten, die von der jüdischen sowjetischen Offizier Vladimir Gelfand aufgezeichnet, im Zweiten Weltkrieg, ist ein weiteres Beispiel.

    Und sie nicht zu stoppen. Auch im Zweiten Weltkrieg, Frauen aus feindlichen Ländern, vor allem Koreanisch und Chinesisch, wurden entführt und in die Prostitution und den japanischen Kasernen gezwungen "Trostfrauen". In der Stadt Nanjing, China, wurden Hunderte von Frauen vergewaltigt und auf einmal von der japanischen Armee in der Folge als "Massaker von Nanjing" bekannt getötet.

    Bereits in Nazi-Deutschland, wie es das Gesetz Geschlechtsverkehr zwischen Ariern und Juden verbietet, wenn ein Soldat eine jüdische Frau vergewaltigt, würde sie töten keine Probleme mit ihren Vorgesetzten zu stellen. Die erniedrigende Situation wurde in den Konzentrationslagern wiederholt, wo Vergewaltigung war sogar noch häufiger im Austausch für "Leistungen" als ein Stück Brot.

    Im Nahen Osten Kriege, sind viele Frauen und Kinder immer noch von Rebellengruppen getötet oder entführt zu werden, ihre Feinde zu erreichen. Und die Fälle wurden in Bangladesch, der Demokratischen Republik Kongo, Ruanda und Darfur wiederholt, unter vielen anderen.
     

    International Alert

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    Die Situation ist nicht neu für jede Institution, die im internationalen Kontext analysiert. Laut einem Bericht der UN-Flüchtlingsagentur veröffentlicht (UNHCR) Frauen und Mädchen vor kurzem, die aus dem Nahen Osten nach Europa gezwungen waren, wanderten, Sex zu haben als "Zahlung" für den Eintritt in den Kontinent.

    Die Agentur, zusammen mit der United Nations Population Fund (UNFPA) und der Kommission für Flüchtlingsfrauen (WRC), davor gewarnt, dass Frauen und Kinder stehen vor ernsten Gefahren sexueller Gewalt und Geschlecht und zusätzliche Maßnahmen erforderlich sind, effizient und dauerhaften Schutz für diese Gruppe.

    Dies liegt daran, außer mit Konflikten in ihren Heimatländern leiden, sie durch dramatische Situationen gehen immer noch, wenn man sie in den Aufnahmezentren zu verlassen. Außerdem, wenn sie aufgrund der schlechten Finanzlage zu stabilisieren beginnen, in unhygienischen und unsicheren Orten untergebracht sind, oft mit vielen Menschen leben, die meisten unbekannt und auch hier sind anfällig für Gewalt gegen Frauen und die sexuelle.

    Warum Frauen?

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    Sexuelle Gewalt im Krieg hat mehrere Gründe, erklärt Françoise Duroch, ein Experte für Konflikte von Ärzte ohne Grenzen. "Vergewaltigung als Waffe eingesetzt werden, was bedeutet, dass es nach einer logischen militärischen und politischen Zwecken durchgeführt werden kann. Es kann als Belohnung für einen Soldaten verwendet werden, oder sie zu bezahlen; Es kann verwendet werden, um die Truppen zu motivieren und kann als Mittel zur Folter verwendet werden - manchmal die Männer in einer Gemeinschaft zu demütigen. Systematische Vergewaltigung kann verwendet werden, um eine Population zu zwingen Ort zu verändern und sogar als biologische Waffe, um absichtlich HIV / AIDS-Virus übertragen. Ganz zu schweigen davon, das Phänomen der sexuellen Ausbeutung, Zwangsprostitution und sexuelle Sklaverei ", sagte er auf der Weltkonferenz über sexuelle Gewalt in Konfliktzonen Armed 2014.

    "Sexuelle Gewalt hat nichts mit Sex zu tun hat, sondern mit Macht", sagt Rochelle Saidel, US-amerikanischer Forscher an der Frauenforschung und soziale Beziehungen von Geschlecht an der Universität von São Paulo und Autor von "Sexuelle Gewalt gegen jüdische Frauen während der Holocaust "(sexuelle Gewalt gegen jüdische Frauen während des Holocaust), in einem Interview mit dem Magazin Epoca.

    Für sie sind die Auswirkungen von sexueller Gewalt im Krieg lange dauern. Neben dem unermesslichen psychischen Schäden, läuft die Frau nach wie vor das Risiko einer Schwangerschaft und eine Krankheit zu fangen. Und ihre Nachkommen leiden auch.
     

    "Vergessen Sie nie, dass nur eine politische, wirtschaftliche oder religiöse Krise, so dass die Rechte der Frauen in Frage gestellt werden. Diese Rechte sind nicht dauerhaft. Sie müssen sein ganzes Leben lang, wachsam zu bleiben."

    Simone de Beauvoir












  •     Dr. Elke Scherstjanoi "Ein Rotarmist in Deutschland"
  •     Stern  "Von Siegern und Besiegten"
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  •     Deutschland Archiv: Zeitschrift für das vereinigte Deutschland "Betrachtungen eines Aussenseiters"
  •     Neue Gesellschaft/Frankfurter Hefte  "Von Siegern und Besiegten"
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  •     Online Rezensionen. Die Literaturdatenbank
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  •     Dagens Nyheter.  "Vladimir Gelfand. Tysk dagbok 1945-46"
  •     Ersatz  "Tysk dagbok 1945-46 av Vladimir Gelfand"
  •     Borås Tidning  "Vittnesmåil från krigets inferno"
  •     Sundsvall (ST)  "Solkig skildring av sovjetisk soldat frеn det besegrade Berlin"
  •     Helsingborgs Dagblad  "Krigsdagbok av privat natur"
  •     2006 Bradfor  "Conference on Contemporary German Literature"
  •     Spring-2005/2006/2016 Foreign Rights, German Diary 1945-1946
  •     Flamman  "Dagbok kastar tvivel över våldtäktsmyten"
  •     Expressen  "Kamratliga kramar"
  •     Expressen Kultur  "Under våldets täckmantel"
  •     Lo Tidningen  "Krigets vardag i röda armén"
  •     Tuffnet Radio  "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Norrköpings Tidningar  "En blick från andra sidan"
  •     Expressen Kultur  "Den enda vägens historia"
  •     Expressen Kultur  "Det totalitära arvet"
  •     Allehanda  "Rysk soldatdagbok om den grymma slutstriden"
  •     Ryska Posten  "Till försvar för fakta och anständighet"
  •     Hugin & Munin  "En rödarmist i Tyskland"
  •     Theater "Das deutsch-russische Soldatenwörtebuch" / Театр  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     SWR2 Radio "Journal am Mittag"
  •     Berliner Zeitung  "Dem Krieg den Krieg erklären"
  •     Die Tageszeitung  "Mach's noch einmal, Iwan!"
  •     The book of Paul Steege: "Black Market, Cold War: Everyday Life in Berlin, 1946-1949"
  •     Телеканал РТР "Культура"  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     Аргументы и факты  "Есть ли правда у войны?"
  •     RT "Russian-German soldier's phrase-book on stage in Moscow"
  •     Утро.ru  "Контурная карта великой войны"
  •     Телеканал РТР "Культура":  "Широкий формат с Ириной Лесовой"
  •     Museum Berlin-Karlshorst  "Das Haus in Karlshorst. Geschichte am Ort der Kapitulation"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Rote Fahnen über Potsdam 1933 - 1989: Lebenswege und Tagebücher"
  •     Das Buch von Bernd Vogenbeck, Juliane Tomann, Magda Abraham-Diefenbach: "Terra Transoderana: Zwischen Neumark und Ziemia Lubuska"
  •     Das Buch von Sven Reichardt & Malte Zierenberg: "Damals nach dem Krieg Eine Geschichte Deutschlands - 1945 bis 1949" 
  •     Lothar Gall & Barbara Blessing: "Historische Zeitschrift Register zu Band 276 (2003) bis 285 (2007)"
  •     Kollektives Gedächtnis "Erinnerungen an meine Cousine Dora aus Königsberg"
  •     Das Buch von Ingeborg Jacobs: "Freiwild: Das Schicksal deutscher Frauen 1945"
  •     Закон i Бiзнес "Двічі по двісті - суд честі"
  •     Радио Свобода "Красная армия. Встреча с Европой"
  •     DEP "Stupri sovietici in Germania (1944-45)"
  •     Explorations in Russian and Eurasian History "The Intelligentsia Meets the Enemy: Educated Soviet Officers in Defeated Germany, 1945"
  •     DAMALS "Deutschland-Tagebuch 1945-1946"
  •     Das Buch von Pauline de Bok: "Blankow oder Das Verlangen nach Heimat"  
  •     Das Buch von Ingo von Münch: "Frau, komm!": die Massenvergewaltigungen deutscher Frauen und Mädchen 1944/45"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Schwarzmondnacht: Authentische Tagebücher berichten (1933-1953). Nazidiktatur - Sowjetische Besatzerwillkür"
  •     История государства "Миф о миллионах изнасилованных немок"
  •     Das Buch Alexander Häusser, Gordian Maugg: "Hungerwinter: Deutschlands humanitäre Katastrophe 1946/47"
  •     Heinz Schilling: "Jahresberichte für deutsche Geschichte: Neue Folge. 60. Jahrgang 2008"
  •     Jan M. Piskorski "WYGNAŃCY: Migracje przymusowe i uchodźcy w dwudziestowiecznej Europie"
  •     Deutschlandradio "Heimat ist dort, wo kein Hass ist"
  •     Journal of Cold War Studies "Wladimir Gelfand, Deutschland-Tagebuch 1945–1946: Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне. Солдатские дневники"
  •     Частный Корреспондент "Победа благодаря и вопреки"
  •     Перспективы "Сексуальное насилие в годы Второй мировой войны: память, дискурс, орудие политики"
  •     Радиостанция Эхо Москвы & RTVi "Не так" с Олегом Будницким: Великая Отечественная - солдатские дневники"
  •     Books Llc "Person im Zweiten Weltkrieg /Sowjetunion/ Georgi Konstantinowitsch Schukow, Wladimir Gelfand, Pawel Alexejewitsch Rotmistrow"
  •     Das Buch von Jan Musekamp: "Zwischen Stettin und Szczecin - Metamorphosen einer Stadt von 1945 bis 2005"
  •     Encyclopedia of safety "Ladies liberated Europe in the eyes of Russian soldiers and officers (1944-1945 gg.)"
  •     Азовские греки "Павел Тасиц"
  •     Newsland "СМЯТЕНИЕ ГРОЗНОЙ ОСЕНИ 1941 ГОДА"
  •     Вестник РГГУ "Болезненная тема второй мировой войны: сексуальное насилие по обе стороны фронта"
  •     Das Buch von Jürgen W. Schmidt: "Als die Heimat zur Fremde wurde"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне: от советского к еврейскому?"
  •     Gedenkstätte/ Museum Seelower Höhen "Die Schlacht"
  •     The book of Frederick Taylor "Exorcising Hitler: The Occupation and Denazification of Germany"
  •     Огонёк "10 дневников одной войны"
  •     The book of Michael Jones "Total War: From Stalingrad to Berlin"
  •     Das Buch von Frederick Taylor "Zwischen Krieg und Frieden: Die Besetzung und Entnazifizierung Deutschlands 1944-1946"
  •     WordPress.com "Wie sind wir Westler alt und überklug - und sind jetzt doch Schmutz unter ihren Stiefeln"
  •     Олег Будницкий: "Архив еврейской истории" Том 6. "Дневники"
  •     Åke Sandin "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Michael Jones: "El trasfondo humano de la guerra: con el ejército soviético de Stalingrado a Berlín"
  •     Das Buch von Jörg Baberowski: "Verbrannte Erde: Stalins Herrschaft der Gewalt"
  •     Zeitschrift fur Geschichtswissenschaft "Gewalt im Militar. Die Rote Armee im Zweiten Weltkrieg"
  •     Ersatz-[E-bok] "Tysk dagbok 1945-46"
  •     The book of Michael David-Fox, Peter Holquist, Alexander M. Martin: "Fascination and Enmity: Russia and Germany as Entangled Histories, 1914-1945"
  •     Елена Сенявская "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат и офицеров (1944-1945 гг.)"
  •     The book of Raphaelle Branche, Fabrice Virgili: "Rape in Wartime (Genders and Sexualities in History)"
  •     БезФорматаРу "Хоть бы скорей газетку прочесть"
  •     ВЕСТНИК "Проблемы реадаптации студентов-фронтовиков к учебному процессу после Великой Отечественной войны"
  •     Все лечится "10 миллионов изнасилованных немок"
  •     Симха "Еврейский Марк Твен. Так называли Шолома Рабиновича, известного как Шолом-Алейхем"
  •     Annales: Nathalie Moine "La perte, le don, le butin. Civilisation stalinienne, aide étrangère et biens trophées dans l’Union soviétique des années 1940"
  •     Das Buch von Beata Halicka "Polens Wilder Westen. Erzwungene Migration und die kulturelle Aneignung des Oderraums 1945 - 1948"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     "آسو  "دشمن هرگز در نمی‌زن
  •     Уроки истории. ХХ век. Гефтер. "Антисемитизм в СССР во время Второй мировой войны в контексте холокоста"
  •     Ella Janatovsky "The Crystallization of National Identity in Times of War: The Experience of a Soviet Jewish Soldier"
  •     Всеукраинский еженедельник Украина-Центр "Рукописи не горят"
  •     Bücher / CD-s / E-Book von Niclas Sennerteg "Nionde arméns undergång: Kampen om Berlin 1945"
  •     Das Buch von Michaela Kipp: "Großreinemachen im Osten: Feindbilder in deutschen Feldpostbriefen im Zweiten Weltkrieg"
  •     Петербургская газета "Женщины на службе в Третьем Рейхе"
  •     Володимир Поліщук "Зроблено в Єлисаветграді"
  •     Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst. Katalog zur Dauerausstellung / Каталог постоянной экспозиции
  •     Clarissa Schnabel "The life and times of Marta Dietschy-Hillers"
  •     Еврейский музей и центр толерантности. Группа по работе с архивными документами 
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Военный дневник лейтенанта Владимира Гельфанда"
  •     Bok / eBok: Anders Bergman & Emelie Perland "365 dagar: Utdrag ur kända och okända dagböcker"
  •     РИА Новости "Освободители Германии"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski  "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     Das Buch von Miriam Gebhardt "Als die Soldaten kamen: Die Vergewaltigung deutscher Frauen am Ende des Zweiten Weltkriegs"
  •     Petra Tabarelli "Vladimir Gelfand"
  •     Das Buch von Martin Stein "Die sowjetische Kriegspropaganda 1941 - 1945 in Ego-Dokumenten"
  •     The German Quarterly "Philomela’s Legacy: Rape, the Second World War, and the Ethics of Reading"
  •     MAZ LOKAL "Archäologische Spuren der Roten Armee in Brandenburg"
  •     Deutsches Historisches Museum "1945 – Niederlage. Befreiung. Neuanfang. Zwölf Länder Europas nach dem Zweiten Weltkrieg"
  •     День за днем "Дневник лейтенанта Гельфанда"
  •     BBC News "The rape of Berlin" / BBC Mundo / BBC O`zbek  / BBC Brasil / BBC فارْسِى "تجاوز در برلین"
  •     Echo24.cz "Z deníku rudoarmějce: Probodneme je skrz genitálie"
  •     The Telegraph "The truth behind The Rape of Berlin"
  •     BBC World Service "The Rape of Berlin"
  •     ParlamentniListy.cz "Mrzačení, znásilňování, to všechno jsme dělali. Český server připomíná drsné paměti sovětského vojáka"
  •     WordPress.com "Termina a Batalha de Berlim"
  •     Dnevnik.hr "Podignula je suknju i kazala mi: 'Spavaj sa mnom. Čini što želiš! Ali samo ti"                  
  •     ilPOST "Gli stupri in Germania, 70 anni fa"
  •     上 海东方报业有限公司 70年前苏军强奸了十万柏林妇女?很多人仍在寻找真相
  •     연합뉴스 "BBC: 러시아군, 2차대전때 독일에서 대규모 강간"
  •     Telegraf "SPOMENIK RUSKOM SILOVATELJU: Nemci bi da preimenuju istorijsko zdanje u Berlinu?"
  •    Múlt-kor "A berlini asszonyok küzdelme a szovjet erőszaktevők ellen"
  •     Noticiasbit.com "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Museumsportal Berlin "Landsberger Allee 563, 21. April 1945"
  •     Caldeirão Político "70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido"
  •     Nuestras Charlas Nocturnas "70 aniversario del fin de la II Guerra Mundial: del horror nazi al terror rojo en Alemania"
  •     W Radio "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     La Tercera "BBC: El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Noticias de Paraguay "El drama de las alemanas violadas por tropas soviéticas hacia el final de la Segunda Guerra Mundial"
  •     Cnn Hit New "The drama hidden mass rape during the fall of Berlin"
  •     Dân Luận "Trần Lê - Hồng quân, nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin 1945"
  •     Český rozhlas "Temná stránka sovětského vítězství: znásilňování Němek"
  •     Historia "Cerita Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     G'Le Monde "Nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin năm 1945 mang tên Hồng Quân"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Красная армия в Европе"
  •     Der Freitag "Eine Schnappschussidee"
  •     باز آفريني واقعيت ها  "تجاوز در برلین"
  •     Quadriculado "O Fim da Guerra e o início do Pesadelo. Duas narrativas sobre o inferno"    
  •     Majano Gossip "PER NON DIMENTICARE…….. LE PORCHERIE COMUNISTE !!!!!"
  •     Русская Германия "Я прижал бедную маму к своему сердцу и долго утешал"
  •     Das Buch von Nicholas Stargardt "Der deutsche Krieg: 1939 - 1945"
  •     The book of Nicholas Stargardt "The German War: A Nation Under Arms, 1939–45"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     BBC Русская служба "Изнасилование Берлина: неизвестная история войны" / BBC Україна "Зґвалтування Берліна: невідома історія війни"
  •     Гефтер. "Олег Будницкий: «Дневник, приятель дорогой!» Военный дневник Владимира Гельфанда"
  •     Гефтер "Владимир Гельфанд. Дневник 1942 года"
  •     BBC Tiếng Việt "Lính Liên Xô 'hãm hiếp phụ nữ Đức'"
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Дневники лейтенанта Гельфанда"
  •     Renato Furtado "Soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, durante a Guerra Mundial"
  •     Вера Дубина "«Обыкновенная история» Второй мировой войны: дискурсы сексуального насилия над женщинами оккупированных территорий"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Презентация книги Владимира Гельфанда «Дневник 1941-1946»"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Атака"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Бой"
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  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Победа"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. Эпилог
  •     Труд "Покорность и отвага: кто кого?"
  •     Издательский Дом «Новый Взгляд» "Выставка подвига"
  •     Katalog NT "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне " - собрание уникальных документов"
  •     Вести "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне" - собрание уникальных документов"
  •     Радио Свобода "Бесценный графоман"
  •     Вечерняя Москва "Еще раз о войне"
  •     РИА Новости "Выставка про евреев во время ВОВ открывается в Еврейском музее"
  •     Телеканал «Культура» "Евреи в Великой Отечественной войне" проходит в Москве"
  •     Россия HD "Вести в 20.00"
  •     GORSKIE "В Москве открылась выставка "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Aгентство еврейских новостей "Евреи – герои войны"
  •     STMEGI TV "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Национальный исследовательский университет Высшая школа экономики "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Независимая газета "Война Абрама"
  •     Revista de Historia "El lado oscuro de la victoria aliada en la Segunda Guerra Mundial"
  •     Лехаим "Война Абрама"
  •     Libertad USA "El drama de las alemanas: violadas por tropas soviéticas en 1945 y violadas por inmigrantes musulmanes en 2016"
  •     НГ Ex Libris "Пять книг недели"
  •     Брестский Курьер "Фамильное древо Бреста. На перекрестках тех дорог…"
  •     Полит.Ру "ProScience: Олег Будницкий о народной истории войны"
  •     Олена Проскура "Запiзнiла сповiдь"
  •     Полит.Ру "ProScience: Возможна ли научная история Великой Отечественной войны?"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     Ahlul Bait Nabi Saw "Kisah Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     北京北晚新视觉传媒有限公司 "70年前苏军强奸了十万柏林妇女?"
  •     Преподавание истории в школе "«О том, что происходило…» Дневник Владимира Гельфанда"
  •     Вестник НГПУ "О «НЕУБЕДИТЕЛЬНЕЙШЕЙ» ИЗ ПОМЕТ: (Высокая лексика в толковых словарях русского языка XX-XXI вв.)"
  •     Archäologisches Landesmuseum Brandenburg "Zwischen Krieg und Frieden" / "Между войной и миром"
  •     Российская газета "Там, где кончается война"
  •     Народный Корреспондент "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат: правда про "2 миллиона изнасилованых немок"
  •     Fiona "Военные изнасилования — преступления против жизни и личности"
  •     军情观察室 "苏军攻克柏林后暴行妇女遭殃,战争中的强奸现象为什么频发?"
  •     Независимая газета "Дневник минометчика"
  •     Независимая газета "ИСПОДЛОБЬЯ: Кризис концепции"
  •     Olhar Atual "A Esquerda a história e o estupro"
  •     The book of Stefan-Ludwig Hoffmann, Sandrine Kott, Peter Romijn, Olivier Wieviorka "Seeking Peace in the Wake of War: Europe, 1943-1947"
  •     Steemit "Berlin Rape: The Hidden History of War"
  •     Estudo Prático "Crimes de estupro na Segunda Guerra Mundial e dentro do exército americano"
  •     Громадське радіо "Насильство над жінками під час бойових дій — табу для України"
  •     InfoRadio RBB "Geschichte in den Wäldern Brandenburgs"
  •     "شگفتی های تاریخ است "پشت پرده تجاوز به زنان برلینی در پایان جنگ جهانی دوم
  •     Hans-Jürgen Beier gewidmet "Lehren – Sammeln – Publizieren"
  •     Русский вестник "Искажение истории: «Изнасилованная Германия»"
  •     凯迪 "推荐《柏林女人》与《五月四日》影片"
  •     Vix "Estupro de guerra: o que acontece com mulheres em zonas de conflito, como Aleppo?"
  •    企业头条 "柏林战役后的女人"
  •     腾讯公司  "二战时期欧洲, 战胜国对战败国的十万妇女是怎么处理的!"
  •     El Nuevo Accion "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     Periodismo Libre "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     DE Y.OBIDIN "Какими видели европейских женщин советские солдаты и офицеры (1944-1945 годы)?"
  •     歷史錄 "近1萬女性被強姦致死,女孩撩開裙子說:不下20個男人戳我這兒"
  •     NewConcepts Society "Можно ли ставить знак равенства между зверствами гитлеровцев и зверствами советских солдат?"
  •     搜狐 "二战时期欧洲,战胜国对战败国的妇女是怎么处理的"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Начало войны. Личные источники"
  •     Журнал "Огонёк" "Эго прошедшей войны"
  •     Уроки истории. XX век "Книжный дайджест «Уроков истории»: советский антисемитизм"
  •     Свободная Пресса "Кто кого насиловал в Германии"
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