• Renato Furtado "Soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, durante a Guerra Mundial"

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    Soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, durante a Guerra Mundial

         

    70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido


    A estátua do soldado do Exército Vermelho presta homenagem aos soldados soviéticos mortos na tomada de Berlim, no fim da Segunda Guerra Mundial

    O papel da União Soviética na derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, há 70 anos, é visto como uma das grandes glórias da história recente da Rússia e de seu passado comunista.

    Mas existe um lado sombrio e pouco conhecido nessa história: os estupros em massa cometidos no final da guerra por soldados soviéticos contra mulheres alemãs.

    Alguns leitores poderão achar esta história perturbadora.

    O sol se põe sobre o Treptower Park, nos arredores de Berlim, e eu observo uma estátua que faz um desenho dramático contra o horizonte. Com 12 metros de altura, ela mostra um soldado soviético segurando uma espada numa mão e uma menina alemã na outra, pisando sobre uma suástica quebrada.

    A estátua marca um lugar onde estão enterrados 5 mil dos 80 mil soldados do Exército Vermelho mortos na Batalha por Berlim entre 16 de abril e 2 de maio de 1945.

    A proporção colossal do monumento reflete o sacrifício destes soldados. No entanto, para alguns, a estátua poderia ser chamada de Túmulo do Estuprador Desconhecido.

    Existem registros de que os soldados de Stálin atacaram um número bastante alto de mulheres na Alemanha e, em particular, na capital alemã, mas isto era raramente mencionado no país depois da guerra e o assunto ainda é tabu na Rússia de hoje.

    A imprensa russa rejeita o tema regularmente e diz tratar-se de um “mito espalhado pelo Ocidente”.

    Diario de Vladimir Gelfand traz revelações polêmicas sobre conduta de soldados soviéticos

    Diario de Vladimir Gelfand traz revelações polêmicas sobre conduta de soldados soviéticos

    Diário de um tenente

    Uma das muitas fontes de informação sobre estes estupros é o diário mantido por um jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, um tenente vindo da região central da Ucrânia, que, de 1941 ao fim da Guerra, pôs no papel seus relatos, apesar de os soviéticos terem proibido diários de militares.

    Os manuscritos – que nunca foram publicados – mostram como a situação era difícil nos batalhões: alimentação pobre, piolhos, antissemitismo e soldados roubando botas uns dos outros.

    Em fevereiro de 1945, Gelfand estava perto da represa do rio Oder, preparando-se para a entrada em Berlim. Em seu diário, ele descreve como seus camaradas cercaram e dominaram um batalhão de mulheres militares.

    “As alemãs capturadas disseram que estavam vingando seus maridos mortos. Elas devem ser destruídas sem piedade. Nossos soldados sugeriram esfaqueamento das genitais, mas eu apenas as executaria”, escreveu.

    Uma das passagens mais reveladoras do diário de Gelfand é a do dia 25 de abril, quando ele narra a chegada a Berlim. Ele estava andando de bicicleta perto do rio Spree, a primeira vez que andou de bicicleta, quando cruzou com um grupo de mulheres alemãs carregando malas e pacotes. Em seu alemão ruim, ele perguntou para onde estavam indo e a razão de terem saído de casa.

    “Com horror em seus rostos, elas me disseram o que tinha acontecido na primeira noite da chegada do Exército Vermelho”, escreveu.

    “‘Eles cutucaram aqui a noite toda’, explicou a bela garota alemã, levantando a saia. ‘Eles eram velhos, alguns estavam cobertos de espinhas e todos eles montaram em mim e me cutucaram – não menos do que 20 homens’. Ela começou a chorar.”

    “‘Eles estupraram minha filha na minha frente e eles ainda podem voltar e estuprá-la de novo’, disse a pobre mãe. Este pensamento deixou todas aterrorizadas.”

    “‘Fique aqui’, a garota, de repente, se atirou em cima de mim, ‘durma comigo! Você pode fazer o que quiser comigo, mas só você!'”

    Gelfand descreveu em seu diário como andou de bicicleta pela primeira vez em Berlim

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    Proibição

    Àquela altura, já se sabia de horrores cometidos por soldados alemães na invasão da União Soviética. O próprio Gelfand tinha ouvido essas histórias.

    “Ele passou por tantos vilarejos nos quais os nazistas tinham matado todos, mesmo crianças pequenas. E ele viu provas de estupro”, disse o filho do soldado, Vitaly Gelfand.

    As Forças Armadas alemãs estavam longe da imagem de força disciplinada “ariana” que não se interessaria em ter relações sexuais com Untermenschen(povos inferiores, em alemão).

    Tanto que, segundo Oleg Budnitsky, historiador da Escola Superior de Economia de Moscou, os comandantes nazistas, preocupados com o alto número de doenças venéreas entre seus soldados, estabeleceram uma cadeia de bordéis militares nos territórios ocupados.

    É difícil encontrar provas de como os soldados alemães tratavam as mulheres russas, muitas vítimas não sobreviveram. Mas no Museu Alemão-Russo de Berlim, o diretor, Jorg Morre, mostra uma foto feita na Crimeia, parte do álbum pessoal de um soldado alemão, feito durante a guerra.

    Relatos revelam estupro de mulheres russas por alemães e de mulheres alemãs por russos

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    Soldados e oficiais não podiam escrever diários, pois eles eram considerados uma ameaça à segurança

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    Na imagem, o cadáver de uma mulher é visto no chão.

    “Parece que ela foi morta no estupro ou após o estupro. A saia está puxada para cima e as mãos estão na frente do rosto. É uma foto chocante. Tivemos discussões no museu sobre se deveríamos mostras as fotos – isto é guerra, isto é violência sexual sob a política alemã na União Soviética. Estamos mostrando a guerra. Não falando sobre, mas mostrando”, disse.

    Enquanto o Exército Vermelho avançava, cartazes estimulavam os soldados soviéticos a mostrarem sua raiva: “Soldado: Você agora está em solo alemão. A hora da vingança chegou!”.

    Os soldados soviéticos também distribuíram alimentos para os moradores de Berlim

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    Pesquisa

    Enquanto pesquisava para o livro que lançou em 2002 sobre a queda de Berlim, o historiador Antony Beevor encontrou, no arquivo estatal da Federação Russa, documentos que detalham a violência sexual. Eles tinham sido enviados pela então polícia secreta, a NKVD, para o chefe desta polícia, Lavrentiy Beria, no final de 1944.

    “Eles foram passados para Stálin. Você pode até ver se eles foram lidos ou não – e eles relatam estupros em massa no leste da Prússia e a forma como as mulheres alemãs tentavam matar os filhos e se matar, para evitar os estupros”, disse.

    Outro diário escrito durante a guerra, deste vez o da noiva de um soldado alemão ausente, mostra que algumas mulheres se adaptaram a estas circunstâncias horríveis para tentar sobreviver.

    O diário, anônimo, começou a ser escrito no dia 20 de abril de 1945, dez dias antes do suicídio de Hitler. Como no diário de Gelfand, a honestidade é brutal, o poder de observação é grande e há até demonstrações ocasionais de humor.

    Se descrevendo como uma “loira pálida que está sempre com o mesmo casaco de inverno”, a autora do diário descreve a vida dos vizinhos no abrigo contra bombas logo abaixo do prédio de apartamentos onde ela morava em Berlim, incluindo “um jovem em calças cinzas e óculos de armação de chifre que, em uma observação mais atenta, é, na verdade, uma jovem”, e três irmãs mais velhas, “espremidas, juntas, como um grande pudim”.

    Enquanto aguardam a chegada do Exército Vermelho, elas fazem piada dizendo “melhor um russo em cima do que um ianque sobre nossas cabeças”. Estupro é considerado melhor do que ser pulverizada por bombas. Mas quando os soldados chegam ao porão onde elas moram, as mulheres imploram para a autora do diário usar suas habilidades no idioma russo para reclamar ao comando soviético.

    Ela consegue encontrar um oficial no ambiente caótico da cidade, mas ele não toma providência alguma, apesar do decreto de Stálin proibindo a violência contra civis. “Vai acontecer de qualquer jeito”, diz.

    Ao tentar voltar para seu apartamento, a autora do diário é estuprada no corredor e quase estrangulada; as mulheres que vivem no porão não abrem as portas durante o estupro, apenas depois que tudo acaba.

    Em meio às ruínas de Berlim e para evitar estupros coletivos, muitas alemãs fizeram acordos com altos oficiais soviéticos

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    “Minhas meias estão caídas em cima dos meus sapatos, ainda estou segurando o que sobrou da minha cinta-liga. Começo a gritar ‘Suas porcas! Eles me estupraram duas vezes aqui e vocês me deixaram largada como lixo!'”

    Com o passar do tempo, ela percebe que precisa achar um “lobo-chefe” que ponha fim aos estupros da “alcateia”. A relação entre agressor e vítima fica menos violenta, mais ambígua. Ela divide a cama com um oficial mais importante, vindo de Leningrado, com quem ela conversa sobre literatura e o sentido da vida.

    “Não posso falar, de maneira nenhuma, que o major está me estuprando. Estou fazendo isto por bacon, manteiga, açúcar, velas, carne enlatada…. Além do mais, gosto do major e, quanto menos ele quer de mim como homem, mais gosto dele como pessoa”, escreveu.

    Muitas de suas vizinhas fizeram acordos parecidos com os conquistadores.

    Este diário só foi publicado em 1959, depois da morte da autora, com o título Uma Mulher em Berlim, e foi criticado por “macular a honra das mulheres alemãs”.

    Ingeborg Bullert hoje vive em Hamburgo e nunca falou sobre quando foi estuprada por soviéticos

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    Com 20 anos na época, Ingeborg foi violentada quando voltava para o apartamento em Berlim

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    Filme

    Setenta anos depois do fim da guerra, pesquisas ainda revelam a dimensão da violência sexual sofrida pelas alemãs nas mãos não apenas dos soviéticos, mas também de americanos, dos britânicos e dos franceses.

    Em 2008, o diário da berlinense foi transformado em um filme, chamado deAnonyma, com uma atriz alemã conhecida, Nina Hoss. O filme teve um efeito catártico na Alemanha e estimulou muitas mulheres a falarem sobre suas experiências.

    Entre elas estava Ingeborg Bullert, hoje com 90 anos. Ela mora em Hamburgo, no norte da Alemanha. Em 1945, ela tinha 20 anos, sonhava em ser atriz e vivia com a mãe em Berlim.

    Quando o ataque soviético começou, ela se refugiou no porão do prédio – assim como a mulher no diário.

    “De repente havia tanques em nossa rua e, em toda parte, corpos de soldados russos e alemães”, disse.

    Durante uma pausa nos ataques aéreos, Ingeborg saiu do porão para pegar um pedaço de fio no apartamento, para montar um pavio para uma lâmpada.

    “De repente, havia dois soldados soviéticos apontando revólveres para mim. Um deles me obrigou a me expor e me estuprou, então eles trocaram de lugar e o outro me estuprou. Pensei que ia morrer, que eles iam me matar.”

    Ingeborg passou décadas sem falar sobre o crime.

    Os estupros afetaram mulheres em toda Berlim. Ingeborg lembra que as mulheres entre 15 e 55 anos tinham que fazer exames para doenças sexualmente transmissíveis.

    “Você precisava do atestado médico para conseguir os cupons de comida e lembro que todos os médicos faziam estes atestados e que as salas de espera estavam cheias de mulheres.”

    Vitaly Gelfand, filho de Vladimir, luta para ter diário do pai publicado na Rússia

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    Número

    Ninguém sabe exatamente quantas mulheres foram vítimas de violência sexual de combatentes estrangeiros na Alemanha. O número mais citado estima em 100 mil as mulheres estupradas apenas em Berlim – e em dois milhões no território alemão.

    Há documentos que expõem um alto número de pedidos de aborto – contra a lei na época –, devido à “situação especial”.

    É provável que nunca se saiba o número real. Tribunais militares soviéticos e outras fontes continuam secretas.

    O Parlamento russo aprovou recentemente uma lei que afirma que qualquer pessoa que deprecie a história da Rússia na Segunda Guerra Mundial pode ter que pagar multas ou ser preso por até cinco anos.

    Uma jovem historiadora da Universidade de Humanidades de Moscou, Vera Dubina, só descobriu sobre os estupros depois de ir para Berlim devido a uma bolsa de estudos. Ela escreveu um estudo sobre o assunto, mas enfrentou dificuldades para publicá-lo.

    Vitaly Gelfand, filho do autor do diário, Vladimir Gelfand, não nega que muitos soldados soviéticos demonstraram bravura e sacrifício durante a guerra, mas, segundo ele, esta não é a única história.

    Rússia aprovou nova lei para evitar difamação de soldados soviéticos

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    Recentemente, Vitaly deu uma entrevista em uma rádio russa que desencadeou uma onda de “trollagem” antissemita em redes sociais. Muitos disseram que o diário é falso e que Vitaly deveria emigrar para Israel.

    Mesmo assim, Vitaly espera que o diário seja publicado na Rússia ainda neste ano. Partes dele já foram traduzidas para o alemão e para o sueco.

    “Se as pessoas não querem saber a verdade, estão apenas se iludindo. O mundo todo entende (que ocorreram estupros), a Rússia entende e as pessoas por trás das novas leis sobre difamar o passado, até elas entendem. Não podemos avançar sem olhar para o passado”, disse.

     


    Fonte BBC: 70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido

    Marx e a defesa da prostituição forçada


     
     
     


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    70 Jahre nach Kriegsende, Gruppenvergewaltigungen deutscher ist immer noch wenig bekannte Episode

     
    Statue des Rotarmisten würdigt sowjetischen Soldaten bei der Erhebung von Berlin getötet, am Ende des Zweiten Weltkriegs

    Die Rolle der Sowjetunion in Nazi-Deutschland die Niederlage im Zweiten Weltkrieg, vor 70 Jahren, als eine der großen Ruhm der jüngsten Geschichte Russlands und seiner kommunistischen Vergangenheit gesehen.

    Aber es ist eine dunkle und wenig bekannten Seite zu dieser Geschichte: die Massenvergewaltigungen am Ende des Krieges durch sowjetische Soldaten gegen deutsche Frauen begangen.

    Einige Leser werden dieses verstörende Geschichte zu finden.

    Die Sonne geht über den Treptower Park am Stadtrand von Berlin, und ich merke, eine Statue, die einen dramatischen Design gegen den Horizont macht. 12 Meter hoch, es zeigt ein sowjetischer Soldat mit einem Schwert in der Hand und ein deutsches Mädchen in der anderen, stieg über einen gebrochenen Hakenkreuz.

    Die Statue stellt einen Ort, wo sie begraben 5000 sind 80.000 Soldaten der Roten Armee in der Schlacht um Berlin zwischen 16. April und 2. Mai 1945 getötet.

    Die kolossale Anteil des Denkmals reflektiert die Opfer dieser Soldaten. Aber für einige, die Statue könnte das Grab des unbekannten Rapist aufgerufen werden.

    Es gibt Berichte, die Stalins Soldaten angegriffen eine ziemlich hohe Zahl von Frauen in Deutschland und insbesondere in der deutschen Hauptstadt, aber das war nur selten in dem Land nach dem Krieg erwähnt, und das Thema ist immer noch ein Tabu im heutigen Russland.

    Russische Medien lehnt regelmäßig das Thema und sagt, dass dies ein "Mythos vom Westen zu verbreiten."

    Diario de Vladimir Gelfand traz revelações polêmicas sobre conduta de soldados soviéticos
     
    Vladimir Gelfand täglich bringt umstrittene Enthüllungen über das Verhalten der sowjetischen Soldaten


    Tagebuch eines Leutnants

    Einer der vielen Quellen der Informationen über diese Vergewaltigungen ist das Tagebuch eines jungen jüdischen sowjetischen Offizier Vladimir Gelfand, ein Leutnant von der zentralen Ukraine, die von 1941 bis zum Ende des Krieges, zu Papier ihre Konten gehalten, obwohl die Sowjets verbotenen Tages Militär.

    Manuskripte - die nie veröffentlicht wurden - zeigen, wie die Situation war schwierig in Bataillonen: schlechte Ernährung, Läuse, Antisemitismus und Soldaten stehlen einander die Stiefel.

    Im Februar 1945 Gelfand war nahe der Oder dam, die Vorbereitung für den Eintritt in Berlin. In seinem Tagebuch beschreibt er, wie seine Kameraden umgeben und dominiert ein Bataillon der Militär Frauen.

    "Captured German sagte, dass sie ihre toten Ehemänner zu rächen. Sie müssen ohne Gnade vernichtet werden. Unsere Soldaten schlug stech der Genitalien, aber ich trage sie gerade aus ", schrieb er.

    Eine der aufschlussreichsten Passagen Gelfand Zeitschrift ist der 25. April, als er erzählt von der Ankunft in Berlin. Er war sein Fahrrad Reiten in der Nähe der Spree, das erste Mal, dass ich radelten, wenn sie mit einer Gruppe von deutschen Frauen Tragetaschen und Paketen überschritten. In seinem schlechten Deutsch, fragte er, wohin sie gingen und warum sie zu Hause gelassen.

    "Mit Entsetzen auf ihren Gesichtern, sagten sie mir, was in der ersten Nacht von der Ankunft der Roten Armee geschehen war", schrieb er.

    "" Sie steckte die ganze Nacht hier ", erklärte der schönen deutschen Mädchen und hob ihren Rock. "Sie waren alt, einige wurden mit Pickeln bedeckt und alles, was sie auf mich gesetzt und stieß mich -. Nicht weniger als 20 Männer" Sie begann zu weinen. "

    "" Sie vergewaltigten meine Tochter vor mir und sie können immer noch zurückkommen und vergewaltigen sie wieder «, sagte der arme Mutter. Dieser Gedanke ließ alle Angst. "

    "" Bleib hier, "das Mädchen plötzlich warf sich auf mich," Schlaf mit mir! Sie können tun, was Sie wollen mit mir, aber nur du! "
    Gelfand descreveu em seu diário como andou de bicicleta pela primeira vez em Berlim
     
    Gelfand beschreibt in seinem Tagebuch, wie man ein Fahrrad zum ersten Mal in Berlin zu fahren



    Prohibition

    Bis dahin war es bekannt, Schrecken von deutschen Soldaten in der Sowjetunion Invasion verpflichtet. Die Gelfand selbst hatte diese Geschichten gehört.

    "Er ging durch viele Dörfer, in denen die Nazis alle umgebracht, auch kleine Kinder. Und er Beweise für Vergewaltigungen sah, "sagte der Soldat Sohn Vitaly Gelfand.

    Das deutsche Militär war weit entfernt von dem Bild des disziplinierten Kraft "arischen" die kein Interesse an Sex mit Untermenschen wäre (minderwertige Völker, in deutscher Sprache).

    So sehr, dass, nach Oleg Budnitsky, Historiker der Moskauer Wirtschaftsschule, die Nazi-Kommandanten, besorgt über die hohe Anzahl von Geschlechtskrankheiten unter seinen Soldaten, wurde eine Kette von militärischen Bordellen in den besetzten Gebieten.

    Es ist schwer zu finden Beweis dafür, wie die deutschen Soldaten der russischen Frauen behandelt werden, haben viele Opfer nicht überleben. Aber in der Deutsch-Russischen Museum in Berlin, dem Direktor, Jörg Die, zeigt ein Bild auf der Krim genommen, ein Teil der persönlichen Album von einem deutschen Soldaten, die während des Krieges gemacht.

    Relatos revelam estupro de mulheres russas por alemães e de mulheres alemãs por russos

    Berichte zeigen, Vergewaltigung russischen Frauen von deutschen und deutschen Frauen durch russische

    Soldados e oficiais não podiam escrever diários, pois eles eram considerados uma ameaça à segurança
     
    Soldaten und Offiziere nicht Tagebücher zu schreiben, weil sie als eine Bedrohung für die Sicherheit

     

    In dem Bild ist der Körper einer Frau auf dem Boden zu sehen.

    "Es scheint, sie wurde nach Vergewaltigung oder Vergewaltigung getötet. Der Rock ist hochgezogen und die Hände vor dem Gesicht. Es ist ein schockierendes Bild. Wir hatten Diskussionen über ob wir im Museum zeigt die Bilder - das ist Krieg, das ist sexuelle Gewalt in der deutschen Politik in der Sowjetunion. Wir zeigen den Krieg. Nicht reden, sondern zeigt ", sagte er.

    Als die Rote Armee fortgeschritten, Poster sowjetischen Soldaten angeregt, ihre Wut, "Soldier anzeigen: Sie sind jetzt auf deutschem Boden. Die Zeit der Rache ist gekommen! ".

    Os soldados soviéticos também distribuíram alimentos para os moradores de Berlim
     
    Sowjetischen Truppen auch verteilt Nahrung für die Bewohner von Berlin

     

    Suche

    Bei der Recherche das Buch, das im Jahre 2002 auf dem Fall von Berlin ins Leben gerufen, der Historiker Antony Beevor gefunden im Staatsarchiv der Russischen Föderation, Dokumente Detaillierung sexueller Gewalt. Sie waren von den ehemaligen Geheimpolizei NKWD Ende 1944 gesendet wurde, an die Spitze dieser Polizei, Lavrentiy Berija.

    "Sie waren für Stalin übergeben. Sie können sogar sehen, wenn sie gelesen wurden oder nicht - und sie berichteten Massenvergewaltigungen in Ostpreußen und wie deutsche Frauen versuchten, die Kinder zu töten und töten sich selbst zu vergewaltigen zu vermeiden ", sagte er.

    Ein weiteres Tagebuch während des Krieges geschrieben, diesmal die Braut eines fehlenden deutschen Soldaten, zeigt, dass einige Frauen haben, um diese schrecklichen Umstände angepasst, um zu versuchen, um zu überleben.

    Die tägliche, anonym, begann es am 20. April 1945, zehn Tage vor Hitlers Selbstmord geschrieben werden. Wie in der Zeitschrift Gelfand, Ehrlichkeit ist brutal, die Beobachtungsgabe groß ist, und es gibt gelegentliche Demonstrationen für Humor.

    Wird als "blasse Blondine, die immer mit der gleichen Wintermantel" zu beschreiben, der Autor des Tagebuchs beschreibt das Leben der Nachbarn in der Luftschutzbunker direkt unterhalb des Wohnhauses, wo sie in Berlin lebte, darunter "ein junger Mann in grauen Hosen und Hornbrille, die bei näherer Betrachtung, ist es eigentlich ein junger "und drei älteren Schwestern", wie eine große Pudding zusammengedrückt werden. "

    In Erwartung der Ankunft der Roten Armee, die Spaß machen, sie sagen: "besser ein russischer obendrein einen Yankee über unseren Köpfen." Vergewaltigung wird als besser als durch Bomben pulverisiert. Aber wenn die Soldaten kommen in den Keller, wo sie leben, Frauen sehnen sich nach der Autor des täglichen nutzen ihre Fähigkeiten in der russischen Sprache, in die Sowjet Befehl beschweren.

    Sie können einen Offizier in der chaotischen Umgebung der Stadt zu finden, aber er übernimmt keine Maßnahme trotz Stalins Dekret Gewalt gegen Zivilisten zu verbieten. "Es wird sowieso passieren", sagt er.

    Um zu versuchen, zurück zu seiner Wohnung zu bekommen, der Autor des Tagebuchs wird auf dem Flur vergewaltigt und fast erwürgt; Frauen, die in den Keller die Tür während der Vergewaltigung nicht öffnen, nur, nachdem es ist alles vorbei.

    Em meio às ruínas de Berlim e para evitar estupros coletivos, muitas alemãs fizeram acordos com altos oficiais soviéticos

    In den Ruinen von Berlin und zum kollektiven Vergewaltigungen, viele deutsche machte Vereinbarungen mit sowjetischen hohen Beamten zu vermeiden

    "Meine Socken sind meine Schuhe hängenden über, ich bin noch in der Hand, was von meinem Strumpfband verlassen. Zu schreien 'Ihre Nüsse! Sie vergewaltigten mich zweimal hier und lassen Sie mich beginnen wie Mist! '"

    Im Laufe der Zeit erkennt sie, sie braucht, um eine "Wolfskopf", um die Vergewaltigung von "pack" Ende finden. Die Beziehung zwischen Täter und Opfer ist weniger gewalttätig, weniger eindeutig. Sie teilt das Bett mit einer wichtigsten offiziellen, aus Leningrad, mit dem sie über die Literatur und den Sinn des Lebens zu sprechen.

    "Ich kann nicht in irgendeiner Weise zu sprechen, dass Major mich vergewaltigen. Ich tue dies für Speck, Butter, Zucker, Kerzen, Dosenfleisch .... Darüber hinaus, wie die große und je weniger er als ein Mann will, dass ich, eher wie ihn als Person ", schrieb er.

    Viele ihrer Nachbarn haben ähnliche Abkommen mit den Siegern gemacht.

    Dieses Tagebuch erschien erst 1959, nach dem Tod des Autors mit dem Titel Eine Frau in Berlin und wurde für kritisiert "trüben die Ehre der deutschen Frauen."

    Ingeborg Bullert hoje vive em Hamburgo e nunca falou sobre quando foi estuprada por soviéticos

    Ingeborg Bullert lebt heute in Hamburg und nie zu, als sie von sowjetischen vergewaltigt sprachen

    Com 20 anos na época, Ingeborg foi violentada quando voltava para o apartamento em Berlim

    20 zu der Zeit, Ingeborg wurde vergewaltigt, während der Rückkehr in die Wohnung in Berlin

    Film


    Siebzig Jahre nach Kriegsende, Umfragen zeigen auch, das Ausmaß sexueller Gewalt von Deutschland in die Hände nicht nur der Sowjet sondern auch von Amerikanern, Briten und Französisch gelitten.

    Im Jahr 2008 wurde die tägliche Berliner in einem Film namens deAnonyma mit einem bekannten deutschen Schauspielerin Nina Hoss gedreht. Der Film hatte eine kathartische Wirkung in Deutschland und ermutigt viele Frauen, über ihre Erfahrungen zu sprechen.

    Unter ihnen war Ingeborg Bullert, jetzt 90 Jahre alt. Sie lebt in Hamburg, im Norden von Deutschland. Im Jahr 1945 war sie 20, träumte davon, eine Schauspielerin und lebte mit ihrer Mutter in Berlin.

    Als die Sowjet Angriff begann, nahm sie Zuflucht im Keller des Gebäudes - wie die Frau in das Tagebuch.

    "Plötzlich gab es Panzer in unserer Straße, und überall, Einrichtungen der russischen und deutschen Soldaten", sagte er.

    Während einer Pause in den Luftangriffen, links Ingeborg den Keller, um ein Stück Draht in die Wohnung zu bekommen, um einen Docht, um eine Glühbirne zusammen.

    "Plötzlich gab es zwei sowjetische Soldaten Waffen auf mich. Einer von ihnen hat mich gezwungen, mich zu entlarven und vergewaltigte mich, dann werden sie die Plätze getauscht und das andere vergewaltigte mich. Ich dachte, ich würde sterben, sie würden mich umbringen. "

    Ingeborg hat jahrzehntelang ohne zu reden über das Verbrechen aufgewendet.

    Die Vergewaltigungen betroffenen Frauen in Berlin. Ingeborg erinnert daran, dass Frauen zwischen 15 und 55 Jahre, um Tests für sexuell übertragbare Krankheiten zu tun hatte.

    "Sie brauchte die ärztliche Bescheinigung, um die Lebensmittelkarten bekommen und denken Sie daran, dass alle Ärzte waren diese Zertifikate und Warteräume waren voll von Frauen."
    Vitaly Gelfand, filho de Vladimir, luta para ter diário do pai publicado na Rússia

    Vitaly Gelfand, Sohn von Vladimir, kämpfen, um in Russland täglich veröffentlicht Vater haben

    Reihe

    Niemand weiß genau, wie viele Frauen waren Opfer sexueller Gewalt ausländischer Kämpfer in Deutschland. Der am häufigsten genannte Zahl bei 100.000 Frauen nur in Berlin, vergewaltigt geschätzt - und zwei Millionen in Deutschland.

    Es gibt Dokumente, die eine große Anzahl von Anfragen Abtreibung aussetzen - gegen das Gesetz zu der Zeit - wegen der "besonderen Situation".

    Wohl nie wissen, die tatsächliche Anzahl. Sowjetischen Militärgerichten und anderen Quellen bleiben geheim.

    Das russische Parlament vor kurzem ein Gesetz verabschiedet, die besagt, dass alle, die Geschichte Russlands im Zweiten Weltkrieg verunglimpft haben können zur Zahlung von Geldbußen oder bis zu fünf Jahre inhaftiert werden.

    Ein junger Historiker an der Universität für Geisteswissenschaften in Moskau, Vera Dubina, nur fand heraus, über die Vergewaltigung, nachdem sie nach Berlin, weil eines Stipendiums. Sie schrieb eine Studie zu diesem Thema, aber kämpfte, sie zu veröffentlichen.

    Vitaly Gelfand, der Sohn des Autors des Tagebuchs, Vladimir Gelfand, bestreitet nicht, dass viele sowjetische Soldaten bewiesen Mut und die Opfer während des Krieges, aber er sagte, dies ist nicht die einzige Geschichte.

    Rússia aprovou nova lei para evitar difamação de soldados soviéticos

    Russland genehmigt neue Gesetz zur Verleumdung der sowjetischen Soldaten zu verhindern

    Vor kurzem gab Vitaly ein Interview zu einem russischen Radio, dass eine Welle von "Trolling" antisemitisch in sozialen Netzwerken ausgelöst. Viele sagten, dass das Tagebuch ist falsch und dass Vitaly sollten nach Israel auszuwandern.

    Dennoch rechnet Vitaly das Tagebuch wird in Russland in diesem Jahr veröffentlicht werden. Teile davon wurden in Deutsch und Schwedisch übersetzt wurde.

    "Wenn die Menschen nicht wollen, um die Wahrheit zu kennen, sind sie nur etwas vor sich. Die ganze Welt kennt (vorkommenden Vergewaltigungen), Russland versteht, und die Menschen, die hinter der neuen Gesetze über Diffamierung der Vergangenheit, bis sie zu verstehen. Wir können uns nicht vorwärts bewegen, ohne auf die Vergangenheit ", sagte er.

     


    Fonte BBC: 70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido

    Marx e a defesa da prostituição forçada




     












  •     Dr. Elke Scherstjanoi "Ein Rotarmist in Deutschland"
  •     Stern  "Von Siegern und Besiegten"
  •     Märkische Allgemeine  "Hinter den Kulissen"
  •     Das Erste /TV/  "Kulturreport"
  •     Berliner Zeitung  "Besatzer, Schöngeist, Nervensäge, Liebhaber"
  •     SR 2 KulturRadio  "Deutschland-Tagebuch 1945-1946. Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Die Zeit  "Wodka, Schlendrian, Gewalt"
  •     Jüdische Allgemeine  "Aufzeichnungen im Feindesland"
  •     Mitteldeutsche Zeitung  "Ein rotes Herz in Uniform"
  •     Unveröffentlichte Kritik  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten vom Umgang mit den Deutschen"
  •     Bild  "Auf Berlin, das Besiegte, spucke ich!"
  •     Das Buch von Gregor Thum "Traumland Osten. Deutsche Bilder vom östlichen Europa im 20. Jahrhundert"
  •     Flensborg Avis  "Set med en russisk officers øjne"
  •     Ostsee Zeitung  "Das Tagebuch des Rotarmisten"
  •     Leipziger Volkszeitung  "Das Glück lächelt uns also zu!"
  •     Passauer Neue Presse "Erinnerungspolitischer Gezeitenwechsel"
  •     Lübecker Nachrichten  "Das Kriegsende aus Sicht eines Rotarmisten"
  •     Lausitzer Rundschau  "Ich werde es erzählen"
  •     Leipzigs-Neue  "Rotarmisten und Deutsche"
  •     SWR2 Radio ART: Hörspiel
  •     Kulturation  "Tagebuchaufzeichnungen eines jungen Sowjetleutnants"
  •     Der Tagesspiegel  "Hier gibt es Mädchen"
  •     NDR  "Bücher Journal"
  •     Kulturportal  "Chronik"
  •     Sächsische Zeitung  "Bitterer Beigeschmack"
  •     Deutschlandradio Kultur  "Krieg und Kriegsende aus russischer Sicht"
  •     Berliner Zeitung  "Die Deutschen tragen alle weisse Armbinden"
  •     MDR  "Deutschland-Tagebuch eines Rotarmisten"
  •     Jüdisches Berlin  "Das Unvergessliche ist geschehen" / "Личные воспоминания"
  •     Süddeutsche Zeitung  "So dachten die Sieger"
  •     Financial Times Deutschland  "Aufzeichnungen aus den Kellerlöchern"
  •     Badisches Tagblatt  "Ehrliches Interesse oder narzisstische Selbstschau?"
  •     Freie Presse  "Ein Rotarmist in Berlin"
  •     Nordkurier/Usedom Kurier  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten ungefiltert"
  •     Nordkurier  "Tagebuch, Briefe und Erinnerungen"
  •     Ostthüringer Zeitung  "An den Rand geschrieben"
  •     Potsdamer Neueste Nachrichten  "Hier gibt es Mädchen"
  •     NDR Info. Forum Zeitgeschichte "Features und Hintergründe"
  •     Deutschlandradio Kultur  "Politische Literatur. Lasse mir eine Dauerwelle machen"
  •     Konkret "Watching the krauts. Emigranten und internationale Beobachter schildern ihre Eindrücke aus Nachkriegsdeutschland"
  •     Dagens Nyheter  "Det oaendliga kriget"
  •     Utopie-kreativ  "Des jungen Leutnants Deutschland - Tagebuch"
  •     Neues Deutschland  "Berlin, Stunde Null"
  •     Webwecker-bielefeld  "Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Südkurier  "Späte Entschädigung"
  •     Online Rezension  "Das kriegsende aus der Sicht eines Soldaten der Roten Armee"
  •     Saarbrücker Zeitung  "Erstmals: Das Tagebuch eines Rotarmisten"
  •     Neue Osnabrücker Zeitung  "Weder Brutalbesatzer noch ein Held"
  •     Thüringische Landeszeitung  "Vom Alltag im Land der Besiegten"
  •     Das Argument  "Wladimir Gelfand: Deutschland-Tagebuch 1945-1946. Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     Deutschland Archiv: Zeitschrift für das vereinigte Deutschland "Betrachtungen eines Aussenseiters"
  •     Neue Gesellschaft/Frankfurter Hefte  "Von Siegern und Besiegten"
  •     Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst. Rezensionen
  •     Online Rezensionen. Die Literaturdatenbank
  •     Literaturkritik  "Ein siegreicher Rotarmist"
  •     RBB Kulturradio  "Ein Rotarmist in Berlin"
  •     Українська правда  "Нульовий варiант" для ветеранiв вiйни / Комсомольская правда "Нулевой вариант" для ветеранов войны"
  •     Dagens Nyheter.  "Vladimir Gelfand. Tysk dagbok 1945-46"
  •     Ersatz  "Tysk dagbok 1945-46 av Vladimir Gelfand"
  •     Borås Tidning  "Vittnesmåil från krigets inferno"
  •     Sundsvall (ST)  "Solkig skildring av sovjetisk soldat frеn det besegrade Berlin"
  •     Helsingborgs Dagblad  "Krigsdagbok av privat natur"
  •     2006 Bradfor  "Conference on Contemporary German Literature"
  •     Spring-2005/2006 Foreign Rights, German Diary 1945-1946
  •     Flamman  "Dagbok kastar tvivel över våldtäktsmyten"
  •     Expressen  "Kamratliga kramar"
  •     Expressen Kultur  "Under våldets täckmantel"
  •     Lo Tidningen  "Krigets vardag i röda armén"
  •     Tuffnet Radio  "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Norrköpings Tidningar  "En blick från andra sidan"
  •     Expressen Kultur  "Den enda vägens historia"
  •     Expressen Kultur  "Det totalitära arvet"
  •     Allehanda  "Rysk soldatdagbok om den grymma slutstriden"
  •     Ryska Posten  "Till försvar för fakta och anständighet"
  •     Hugin & Munin  "En rödarmist i Tyskland"
  •     Theater "Das deutsch-russische Soldatenwörtebuch" / Театр  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     SWR2 Radio "Journal am Mittag"
  •     Berliner Zeitung  "Dem Krieg den Krieg erklären"
  •     Die Tageszeitung  "Mach's noch einmal, Iwan!"
  •     The book of Paul Steege: "Black Market, Cold War: Everyday Life in Berlin, 1946-1949"
  •     Телеканал РТР "Культура"  "Русско-немецкий солдатский разговорник"
  •     Аргументы и факты  "Есть ли правда у войны?"
  •     RT "Russian-German soldier's phrase-book on stage in Moscow"
  •     Утро.ru  "Контурная карта великой войны"
  •     Телеканал РТР "Культура":  "Широкий формат с Ириной Лесовой"
  •     Museum Berlin-Karlshorst  "Das Haus in Karlshorst. Geschichte am Ort der Kapitulation"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Rote Fahnen über Potsdam 1933 - 1989: Lebenswege und Tagebücher"
  •     Das Buch von Bernd Vogenbeck, Juliane Tomann, Magda Abraham-Diefenbach: "Terra Transoderana: Zwischen Neumark und Ziemia Lubuska"
  •     Das Buch von Sven Reichardt & Malte Zierenberg: "Damals nach dem Krieg Eine Geschichte Deutschlands - 1945 bis 1949" 
  •     Lothar Gall & Barbara Blessing: "Historische Zeitschrift Register zu Band 276 (2003) bis 285 (2007)"
  •     Kollektives Gedächtnis "Erinnerungen an meine Cousine Dora aus Königsberg"
  •     Das Buch von Ingeborg Jacobs: "Freiwild: Das Schicksal deutscher Frauen 1945"
  •     Закон i Бiзнес "Двічі по двісті - суд честі"
  •     Радио Свобода "Красная армия. Встреча с Европой"
  •     DEP "Stupri sovietici in Germania (1944-45)"
  •     Explorations in Russian and Eurasian History "The Intelligentsia Meets the Enemy: Educated Soviet Officers in Defeated Germany, 1945"
  •     DAMALS "Deutschland-Tagebuch 1945-1946"
  •     Das Buch von Pauline de Bok: "Blankow oder Das Verlangen nach Heimat"  
  •     Das Buch von Ingo von Münch: "Frau, komm!": die Massenvergewaltigungen deutscher Frauen und Mädchen 1944/45"
  •     Das Buch von Roland Thimme: "Schwarzmondnacht: Authentische Tagebücher berichten (1933-1953). Nazidiktatur - Sowjetische Besatzerwillkür
  •     История государства "Миф о миллионах изнасилованных немок"
  •     Das Buch Alexander Häusser, Gordian Maugg: "Hungerwinter: Deutschlands humanitäre Katastrophe 1946/47"
  •     Heinz Schilling: "Jahresberichte für deutsche Geschichte: Neue Folge. 60. Jahrgang 2008"
  •     Jan M. Piskorski "WYGNAŃCY: Migracje przymusowe i uchodźcy w dwudziestowiecznej Europie"
  •     Deutschlandradio "Heimat ist dort, wo kein Hass ist"
  •     Journal of Cold War Studies "Wladimir Gelfand, Deutschland-Tagebuch 1945–1946: Aufzeichnungen eines Rotarmisten"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне. Солдатские дневники"
  •     Частный Корреспондент "Победа благодаря и вопреки"
  •     Перспективы "Сексуальное насилие в годы Второй мировой войны: память, дискурс, орудие политики"
  •     Радиостанция Эхо Москвы & RTVi "Не так" с Олегом Будницким: Великая Отечественная - солдатские дневники"
  •     Books Llc "Person im Zweiten Weltkrieg /Sowjetunion/ Georgi Konstantinowitsch Schukow, Wladimir Gelfand, Pawel Alexejewitsch Rotmistrow"
  •     Das Buch von Jan Musekamp: "Zwischen Stettin und Szczecin - Metamorphosen einer Stadt von 1945 bis 2005"
  •     Encyclopedia of safety "Ladies liberated Europe in the eyes of Russian soldiers and officers (1944-1945 gg.)"
  •     Азовские греки "Павел Тасиц"
  •     Newsland "СМЯТЕНИЕ ГРОЗНОЙ ОСЕНИ 1941 ГОДА"
  •     Вестник РГГУ "Болезненная тема второй мировой войны: сексуальное насилие по обе стороны фронта"
  •     Das Buch von Jürgen W. Schmidt: "Als die Heimat zur Fremde wurde"
  •     ЛЕХАИМ "Евреи на войне: от советского к еврейскому?"
  •     Gedenkstätte/ Museum Seelower Höhen "Die Schlacht"
  •     The book of Frederick Taylor "Exorcising Hitler: The Occupation and Denazification of Germany"
  •     Огонёк "10 дневников одной войны"
  •     The book of Michael Jones "Total War: From Stalingrad to Berlin"
  •     Das Buch von Frederick Taylor "Zwischen Krieg und Frieden: Die Besetzung und Entnazifizierung Deutschlands 1944-1946"
  •     WordPress.com "Wie sind wir Westler alt und überklug - und sind jetzt doch Schmutz unter ihren Stiefeln"
  •     Олег Будницкий: "Архив еврейской истории" Том 6. "Дневники"
  •     Åke Sandin "Är krigets våldtäkter en myt?"
  •     Michael Jones: "El trasfondo humano de la guerra: con el ejército soviético de Stalingrado a Berlín"
  •     Das Buch von Jörg Baberowski: "Verbrannte Erde: Stalins Herrschaft der Gewalt"
  •     Zeitschrift fur Geschichtswissenschaft "Gewalt im Militar. Die Rote Armee im Zweiten Weltkrieg"
  •     Ersatz-[E-bok] "Tysk dagbok 1945-46"
  •     The book of Michael David-Fox, Peter Holquist, Alexander M. Martin: "Fascination and Enmity: Russia and Germany as Entangled Histories, 1914-1945"
  •     Елена Сенявская "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат и офицеров (1944-1945 гг.)"
  •     The book of Raphaelle Branche, Fabrice Virgili: "Rape in Wartime (Genders and Sexualities in History)"
  •     БезФорматаРу "Хоть бы скорей газетку прочесть"
  •     ВЕСТНИК "Проблемы реадаптации студентов-фронтовиков к учебному процессу после Великой Отечественной войны"
  •     Все лечится "10 миллионов изнасилованных немок"
  •     Симха "Еврейский Марк Твен. Так называли Шолома Рабиновича, известного как Шолом-Алейхем"
  •     Annales: Nathalie Moine "La perte, le don, le butin. Civilisation stalinienne, aide étrangère et biens trophées dans l’Union soviétique des années 1940"
  •     Das Buch von Beata Halicka "Polens Wilder Westen. Erzwungene Migration und die kulturelle Aneignung des Oderraums 1945 - 1948"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     "آسو  "دشمن هرگز در نمی‌زن
  •     Уроки истории. ХХ век. Гефтер. "Антисемитизм в СССР во время Второй мировой войны в контексте холокоста"
  •     Ella Janatovsky "The Crystallization of National Identity in Times of War: The Experience of a Soviet Jewish Soldier"
  •     Всеукраинский еженедельник Украина-Центр "Рукописи не горят"
  •     Bücher / CD-s / E-Book von Niclas Sennerteg "Nionde arméns undergång: Kampen om Berlin 1945"
  •     Das Buch von Michaela Kipp: "Großreinemachen im Osten: Feindbilder in deutschen Feldpostbriefen im Zweiten Weltkrieg"
  •     Петербургская газета "Женщины на службе в Третьем Рейхе"
  •     Володимир Поліщук "Зроблено в Єлисаветграді"
  •     Deutsch-Russisches Museum Berlin-Karlshorst. Katalog zur Dauerausstellung / Каталог постоянной экспозиции
  •     Clarissa Schnabel "The life and times of Marta Dietschy-Hillers"
  •     Еврейский музей и центр толерантности. Группа по работе с архивными документами 
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Военный дневник лейтенанта Владимира Гельфанда"
  •     Bok / eBok: Anders Bergman & Emelie Perland "365 dagar: Utdrag ur kända och okända dagböcker"
  •     РИА Новости "Освободители Германии"
  •     Das Buch von Jan M. Piskorski  "Die Verjagten: Flucht und Vertreibung im Europa des 20. Jahrhundert"
  •     Das Buch von Miriam Gebhardt "Als die Soldaten kamen: Die Vergewaltigung deutscher Frauen am Ende des Zweiten Weltkriegs"
  •     Petra Tabarelli "Vladimir Gelfand"
  •     Das Buch von Martin Stein "Die sowjetische Kriegspropaganda 1941 - 1945 in Ego-Dokumenten"
  •     The German Quarterly "Philomela’s Legacy: Rape, the Second World War, and the Ethics of Reading"
  •     MAZ LOKAL "Archäologische Spuren der Roten Armee in Brandenburg"
  •     Deutsches Historisches Museum "1945 – Niederlage. Befreiung. Neuanfang. Zwölf Länder Europas nach dem Zweiten Weltkrieg"
  •     День за днем "Дневник лейтенанта Гельфанда"
  •     BBC News "The rape of Berlin" / BBC Mundo / BBC O`zbek  / BBC Brasil / BBC فارْسِى "تجاوز در برلین"
  •     Echo24.cz "Z deníku rudoarmějce: Probodneme je skrz genitálie"
  •     The Telegraph "The truth behind The Rape of Berlin"
  •     BBC World Service "The Rape of Berlin"
  •     ParlamentniListy.cz "Mrzačení, znásilňování, to všechno jsme dělali. Český server připomíná drsné paměti sovětského vojáka"
  •     WordPress.com "Termina a Batalha de Berlim"
  •     Dnevnik.hr "Podignula je suknju i kazala mi: 'Spavaj sa mnom. Čini što želiš! Ali samo ti"                  
  •     ilPOST "Gli stupri in Germania, 70 anni fa"
  •     上 海东方报业有限公司 70年前苏军强奸了十万柏林妇女?很多人仍在寻找真相
  •     연합뉴스 "BBC: 러시아군, 2차대전때 독일에서 대규모 강간"
  •     Telegraf "SPOMENIK RUSKOM SILOVATELJU: Nemci bi da preimenuju istorijsko zdanje u Berlinu?"
  •    Múlt-kor "A berlini asszonyok küzdelme a szovjet erőszaktevők ellen"
  •     Noticiasbit.com "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Museumsportal Berlin "Landsberger Allee 563, 21. April 1945"
  •     Caldeirão Político "70 anos após fim da guerra, estupro coletivo de alemãs ainda é episódio pouco conhecido"
  •     Nuestras Charlas Nocturnas "70 aniversario del fin de la II Guerra Mundial: del horror nazi al terror rojo en Alemania"
  •     W Radio "El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     La Tercera "BBC: El drama oculto de las violaciones masivas durante la caída de Berlín"
  •     Noticias de Paraguay "El drama de las alemanas violadas por tropas soviéticas hacia el final de la Segunda Guerra Mundial"
  •     Cnn Hit New "The drama hidden mass rape during the fall of Berlin"
  •     Dân Luận "Trần Lê - Hồng quân, nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin 1945"
  •     Český rozhlas "Temná stránka sovětského vítězství: znásilňování Němek"
  •     Historia "Cerita Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     G'Le Monde "Nỗi kinh hoàng của phụ nữ Berlin năm 1945 mang tên Hồng Quân"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Красная армия в Европе"
  •     Der Freitag "Eine Schnappschussidee"
  •     باز آفريني واقعيت ها  "تجاوز در برلین"
  •     Quadriculado "O Fim da Guerra e o início do Pesadelo. Duas narrativas sobre o inferno"    
  •     Majano Gossip "PER NON DIMENTICARE…….. LE PORCHERIE COMUNISTE !!!!!"
  •     Русская Германия "Я прижал бедную маму к своему сердцу и долго утешал"
  •     Das Buch von Nicholas Stargardt "Der deutsche Krieg: 1939 - 1945"
  •     The book of Nicholas Stargardt "The German War: A Nation Under Arms, 1939–45"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     BBC Русская служба "Изнасилование Берлина: неизвестная история войны" / BBC Україна "Зґвалтування Берліна: невідома історія війни"
  •     Гефтер. "Олег Будницкий: «Дневник, приятель дорогой!» Военный дневник Владимира Гельфанда"
  •     Гефтер "Владимир Гельфанд. Дневник 1942 года"
  •     BBC Tiếng Việt "Lính Liên Xô 'hãm hiếp phụ nữ Đức'"
  •     Эхо Москвы "ЦЕНА ПОБЕДЫ: Дневники лейтенанта Гельфанда"
  •     Renato Furtado "Soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, durante a Guerra Mundial"
  •     Вера Дубина "«Обыкновенная история» Второй мировой войны: дискурсы сексуального насилия над женщинами оккупированных территорий"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Презентация книги Владимира Гельфанда «Дневник 1941-1946»"
  •     Еврейский музей и центр толерантности "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Атака"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Бой"
  •     
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. "Победа"
  •     Сидякин & Би-Би-Си. Драма в трех действиях. Эпилог
  •     Труд "Покорность и отвага: кто кого?"
  •     Издательский Дом «Новый Взгляд» "Выставка подвига"
  •     Katalog NT "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне " - собрание уникальных документов"
  •     Вести "Выставка "Евреи в Великой Отечественной войне" - собрание уникальных документов"
  •     Радио Свобода "Бесценный графоман"
  •     Вечерняя Москва "Еще раз о войне"
  •     РИА Новости "Выставка про евреев во время ВОВ открывается в Еврейском музее"
  •     Телеканал «Культура» "Евреи в Великой Отечественной войне" проходит в Москве"
  •     Россия HD "Вести в 20.00"
  •     GORSKIE "В Москве открылась выставка "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Aгентство еврейских новостей "Евреи – герои войны"
  •     STMEGI TV "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Национальный исследовательский университет Высшая школа экономики "Открытие выставки "Евреи в Великой Отечественной войне"
  •     Независимая газета "Война Абрама"
  •     Revista de Historia "El lado oscuro de la victoria aliada en la Segunda Guerra Mundial"
  •     Лехаим "Война Абрама"
  •     Libertad USA "El drama de las alemanas: violadas por tropas soviéticas en 1945 y violadas por inmigrantes musulmanes en 2016"
  •     НГ Ex Libris "Пять книг недели"
  •     Брестский Курьер "Фамильное древо Бреста. На перекрестках тех дорог…"
  •     Полит.Ру "ProScience: Олег Будницкий о народной истории войны"
  •     Олена Проскура "Запiзнiла сповiдь"
  •     Полит.Ру "ProScience: Возможна ли научная история Великой Отечественной войны?"
  •     Das Buch "Владимир Гельфанд. Дневник 1941 - 1946"
  •     Ahlul Bait Nabi Saw "Kisah Kelam Perempuan Jerman Setelah Nazi Kalah Perang"
  •     北京北晚新视觉传媒有限公司 "70年前苏军强奸了十万柏林妇女?"
  •     Преподавание истории в школе "«О том, что происходило…» Дневник Владимира Гельфанда"
  •     Вестник НГПУ "О «НЕУБЕДИТЕЛЬНЕЙШЕЙ» ИЗ ПОМЕТ: (Высокая лексика в толковых словарях русского языка XX-XXI вв.)"
  •     Archäologisches Landesmuseum Brandenburg "Zwischen Krieg und Frieden" / "Между войной и миром"
  •     Российская газета "Там, где кончается война"
  •     Народный Корреспондент "Женщины освобождённой Европы глазами советских солдат: правда про "2 миллиона изнасилованых немок"
  •     Fiona "Военные изнасилования — преступления против жизни и личности"
  •     军情观察室 "苏军攻克柏林后暴行妇女遭殃,战争中的强奸现象为什么频发?"
  •     Независимая газета "Дневник минометчика"
  •     Независимая газета "ИСПОДЛОБЬЯ: Кризис концепции"
  •     Olhar Atual "A Esquerda a história e o estupro"
  •     The book of Stefan-Ludwig Hoffmann, Sandrine Kott, Peter Romijn, Olivier Wieviorka "Seeking Peace in the Wake of War: Europe, 1943-1947"
  •     Steemit "Berlin Rape: The Hidden History of War"
  •     Estudo Prático "Crimes de estupro na Segunda Guerra Mundial e dentro do exército americano"
  •     Громадське радіо "Насильство над жінками під час бойових дій — табу для України"
  •     InfoRadio RBB "Geschichte in den Wäldern Brandenburgs"
  •     "شگفتی های تاریخ است "پشت پرده تجاوز به زنان برلینی در پایان جنگ جهانی دوم
  •     Hans-Jürgen Beier gewidmet "Lehren – Sammeln – Publizieren"
  •     Русский вестник "Искажение истории: «Изнасилованная Германия»"
  •     凯迪 "推荐《柏林女人》与《五月四日》影片"
  •     Vix "Estupro de guerra: o que acontece com mulheres em zonas de conflito, como Aleppo?"
  •    企业头条 "柏林战役后的女人"
  •     腾讯公司  "二战时期欧洲, 战胜国对战败国的十万妇女是怎么处理的!"
  •     El Nuevo Accion "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     Periodismo Libre "QUE LE PREGUNTEN A LAS ALEMANAS VIOLADAS POR RUSOS, NORTEAMERICANOS, INGLESES Y FRANCESES"
  •     DE Y.OBIDIN "Какими видели европейских женщин советские солдаты и офицеры (1944-1945 годы)?"
  •     歷史錄 "近1萬女性被強姦致死,女孩撩開裙子說:不下20個男人戳我這兒"
  •     NewConcepts Society "Можно ли ставить знак равенства между зверствами гитлеровцев и зверствами советских солдат?"
  •     搜狐 "二战时期欧洲,战胜国对战败国的妇女是怎么处理的"
  •     Эхо Москвы "Дилетанты. Начало войны. Личные источники"
  •     Журнал "Огонёк" "Эго прошедшей войны"
  •     Уроки истории. XX век "Книжный дайджест «Уроков истории»: советский антисемитизм"
  •     Свободная Пресса "Кто кого насиловал в Германии"
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